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Marketing Médico

5 perfis de médicos no Instagram para você se inspirar!

Quer dicas de Instagram de para médicos ainda potencializar a sua agenda médica? Confira o post na íntegra! 

Atrair mais pacientes, fidelizar os já existentes e se tornar referência em seu mercado de atuação pode ser o que motiva profissionais de saúde a investirem no Instagram.  

Uma pesquisa apresentada pelo DATAREPORTAL de 2020 aponta que existem mais de 140 milhões de brasileiros ativos nas redes sociais. O Instagram, por exemplo, reúne mais de 95 milhões de usuários, sendo, portanto, a 4ª rede social mais usada no Brasil.  

Com esse número expressivo de pessoas que usam as redes sociais, fica evidente a importância delas para qualquer estratégia de marketing. 

Seja para promover o seu negócio ou fortalecer a sua marca pessoal, as mídias sociais são ferramentas indispensáveis para que você alcance ótimos resultados. 

Quer criar o seu perfil no Instagram, mas não sabe por onde começar? Veja a lista de perfis de médicos no Instagram para inspirar e tirar a sua estratégia de marketing médico do papel! 

Vamos nessa! 

5 perfis de médicos no Instagram que vale a pena se inspirar!

1. @saiacomsaia e @saudedamulher

Se o que você quer saber é como produzir conteúdo sem violar as regras de publicidade médica estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), já passou da hora de conhecer os perfis administrados pela Dra. Laura Lúcia, ginecologista e obstetra, residente em Foz do Iguaçu.  

E não é só nas redes sociais que a Dra. Laura Lúcia compartilha conteúdo relevante para o seu público e faz sucesso.

Com um canal no Youtube que reúne mais de um milhão de inscritos, podemos encontrar vários vídeos com dicas sobre saúde íntima feminina e gravidez que alcançam e conversam com mulheres de diferentes idades.  

A Campanha Saia com Saia, por exemplo, foi organizada e criada pela Dra. Laura Lúcia, com o objetivo de mostrar a todas as mulheres que usar saia faz bem e melhora, e muito, a sua saúde.  

Esse tipo de conteúdo pode atrair muita visibilidade para o seu perfil. Já pensou em ter um canal no Youtube e distribuir vídeos que ajudam os seus pacientes? Por que não inovar e fazer diferente assim como a Dra. Laura Lucia? Pense nisso! 

2. @drdiogocoelho

Se você está em busca de um feed organizado esteticamente, não deixe de conferir o perfil do Dr. Diogo Coelho no Instagram. 

Investindo em um feed harmonioso, com uma paleta de cores bem definidas, este é um perfil incrível para você seguir e se inspirar!  

Esse perfil também investe em outros formatos de distribuição de conteúdo, como o IGTV, em que é possível publicar vídeos mais longos e sobre variados assuntos.  

Seja publicando trechos de entrevistas ou vídeos explicativos, o Dr. Diogo está mais do que atraindo pacientes para a sua clínica, ele está garantindo que cada vez mais pessoas confiem em seu trabalho.   

Durante o Webinar que a Feegow fez com a Dra. Anna Januzzi ficou clara a importância de se ter estratégias eficientes para alcançar mais pacientes para a sua clínica. Confira aqui! 

Com tanta delicadeza, transparência e cuidado com as informações que compartilha com seus pacientes, dá vontade de marcar uma consulta com o Dr. Diogo! 

3. @ericamantelli

A Dra. Erica Mantelli é ginecologista, obstetra e especialista em Saúde Sexual. Também é Embaixadora da Revista Crescer, mãe da Giulia e da Isabella.  

No perfil da Erica, você vai encontrar dicas sobre saúde da mulher, gravidez e mitos e verdades sobre o sexo e, o melhor, dentro dos padrões estabelecidos pelo CFM.  

Para quem está começando a divulgar o próprio trabalho nas redes sociais, vale muito a pena dar uma olhadinha no perfil do Instagram da Dra. Erica para se inspirar! 

Você vai aprender a: 

  • Divulgar o seu trabalho; 
  • Se comunicar de um jeito simples; 
  • Inspirar confiança no seu público. 

Ah, vale lembrar que, no marketing médico, nem tudo é permitido! O médico não deve, em hipótese alguma divulgar algum tipo de tratamento milagroso ou postar fotos de antes e depois de seus pacientes.  

Para relembrar as normas de ética de Publicidade Médica, clique aqui.  

4. @leonardozapata.neurocirurgia

Se você acha que, por ter uma especialidade bem de nicho, não deve usar as redes sociais para divulgar o seu trabalho, você está enganado!  

Certamente, há algumas especialidades que ganham mais destaque, como por exemplo, a cirurgia plástica e a nutrologia.  

Entretanto, isso não quer dizer que outras especialidades não devem utilizar as mídias sociais para atrair pacientes para o seu consultório. O que determinará o seu sucesso é exclusivamente o conjunto de estratégias escolhidas por você.  

Você não precisa conversar apenas com os seus colegas de profissão! Você pode usar hashtags e ver a magia acontecer! O que vale é a criatividade na hora de distribuir o seu conteúdo no Instagram. 

E o perfil do Dr. Leonardo García-Zapata está aí para comprovar esse fato! Ele é neurocirurgião e utiliza o seu Instagram para compartilhar conhecimento sobre a área, além de dicas para alcançar uma vida mais saudável.

Além do perfil de Instagram para médicos, o Dr. Leonardo também tem um blog. Outra estratégia de marketing indispensável para quem quer atrair mais pacientes e melhorar o relacionamento com os que já têm por meio da produção de conteúdo.  

Se o que você quer é manter o seu perfil organizado, seguir uma linha editorial, apostar na paleta de cores e demonstrar um ar de profissionalismo a todo o momento, nada melhor do que conhecer o perfil do Dr. Leonardo García-Zapata! 

É muita sofisticação em um perfil só! 

5. @dr.rodrigorosa

Dr. Rodrigo Rosa é um ginecologista obstetra especializado em Reprodução Humana. 

Seu perfil conta com mais de 450 mil seguidores, onde divulga dicas sobre fertilidade e gravidez, principalmente para quem busca engravidar. 

Ele aposta em vídeos e caixinhas de perguntas nos stories, o que rende um bom engajamento e interação com o público.

Portanto, lembre-se sempre de interagir com os seus pacientes, seja por meio de perguntas ou respondendo aos comentários nas postagens. 

Sabemos que a rotina médica é agitada e impossibilita o médico de estar sempre respondendo a mensagens no Instagram.  

Mas, para isso, você pode contar com parceiros, que monitoram as suas redes atendendo as solicitações e dúvidas do paciente, como também cuidam da estratégia de marketing certeira para que você atraia muito mais pacientes 

Conheça as vantagens do Feegow Marketing! Um serviço de marketing digital para médicos oferecido pela Feegow com foco em resultados e alta performance! 

Perguntas frequentes:

O que é marketing médico?

O marketing médico é tudo aquilo que você utiliza como mecanismo de atração, relação e fidelização de pacientes, bem parecido com as estratégias de marketing tradicional, mas que precisam respeitar as normas de publicidade médica do CFM. 

Como criar um perfil de sucesso no Instagram?

Preencha todas as informações que a rede social solicita, publique seus conteúdos, como vídeos, fotos e textos, e interaja com o seu público. 

Como divulgar consultório médico?

Uma boa forma de divulgar o seu consultório é por meio das redes sociais. Tenha atenção ao definir as estratégias de marketing, como persona, distribuição do conteúdo e regras de publicidade médica.  

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Gestão para clínicas Tecnologia para clínicas

[Guia] Como fazer a gestão de equipamentos hospitalares?

A gestão de equipamentos hospitalares precisa ser definida como prioridade na rotina de empreendimentos em saúde. Descubra o porquê! 

A organização é indispensável para um atendimento médico de qualidade, por isso a boa gestão de equipamentos hospitalares, que estão presentes em seu dia a dia, deve ser prioridade no seu negócio.   

O motivo principal para o aumento dos gastos em saúde no mundo todo é a má gestão de equipamentos hospitalares (EMH). Esses dados são de uma pesquisa realizada pela Faculdade de Saúde Pública da USP. 

Mas há quem ande na contramão dessa estatística e já entende que gastar menos e melhor deve ser objetivo de qualquer gestor da área da saúde.   

Inicialmente, o desafio pode ser grande, já que, com a rotina acelerada de clínicas médicas, o controle sobre os equipamentos é, muitas das vezes, deixado de lado, prejudicando diretamente o faturamento da clínica 

Assim como os seus pacientes merecem toda a sua atenção e dedicação, esses dispositivos médicos precisam de cuidado, manutenção, reparos e prevenção contra de perdas.! 

Para te ajudar a alcançar uma boa gestão de EMH e, de quebra, reduzir custos na sua clínica, reunimos nesse guia bem prático e intuitivo com tudo o que você precisa saber para cuidar bem do seu patrimônio.  

Confira!

O que são equipamentos médicos hospitalares?

Os equipamentos hospitalares são equipamentos médicos usados para fins de diagnóstico, tratamento, reabilitação, estética e monitoramento de pacientes.  

Esses equipamentos hospitalares vão desde o mobiliário da sua clínica, (como as macas, mesas cirúrgicas e camas) até a tecnologia que você usa em equipamentosequipamentos mais ou menos tecnológicos. (como ultrassom, medidor de pressão arterial etc.).   

Sendo assim, os equipamentos hospitalares são essenciais para o bom funcionamento de uma clínica, pois:

(1) Melhoram diretamente a qualidade de vida do paciente; 

(2) Ajudam na precisão de diagnósticos e tratamento médico. 

E não importa se você é dentista, fisioterapeuta, clínico geral: você, com toda certeza, vai lidar com um equipamento hospitalar ao longo da sua carreira médica.  

Quer entender quais são os tipos de equipamentos disponíveis no mercado? Continue a leitura! 

Quais são os tipos de equipamentos médicos hospitalares disponíveis?

Entender que toda ação médica é voltada para o bem-estar e qualidade de vida dos pacientes é essencial para a gestão de qualquer área do seu negócio.  

Por isso, pensar em quais são os diferentes tipos de equipamentos hospitalares é fundamental para que a gestão seja feita por completo e de maneira eficiente.  

Cada um apresenta uma função diferente, mas podem ser utilizados em conjunto com o objetivo de promover o acesso à saúde e cuidado centrado exclusivamente no paciente.  

Veja quais são os dispositivos médicos! 

Equipamento de diagnóstico:

Como o nome já diz, são utilizados para fins de diagnóstico. É qualquer tipo de equipamento médico usado no dia a dia de clínicas e consultórios para avaliar a condição de um paciente.  

Pense comigo: o paciente chega ao consultório e descreve os seus sintomas, para encontrar o diagnóstico correto você recorre a exames.  

Isso significa que os equipamentos usados por você para alcançar o diagnóstico do paciente são considerados equipamentos de diagnóstico. 

Equipamento Médico Durável (DME):

Esses equipamentos são usados para oferecer benefícios terapêuticos ao quadro clínico apresentado pelo paciente. 

Um Equipamento Médico Durável (DME) deve ser: 

  • reutilizável; 
  • durável para uso recorrente; 
  • prescrito por um médico;  
  • adaptado para o cuidado do paciente tanto na clínica quanto em domicílio; 

Equipamento de Tratamento:

Esses são focados em tratar uma condição que o paciente se encontra. Ou seja, são aqueles equipamentos que você utiliza no tratamento de pele do seu paciente, caso a sua especialidade seja dermatologia, como exemplo.  

Além disso, você pode realizar uma busca por cada equipamento médico direto no Portal da ANVISA, basta clicar em Produtos para a Saúde.  

Equipamento de Suporte à Vida:

O nome é bem sugestivo e significa isso mesmo: equipamentos que dão suporte ao paciente, mantendo a sua função corporal e bem-estar.  

Sabe quando o paciente sofre uma parada cardíaca e é preciso realizar a ressuscitaçãodesfibrilador que é usado para reanimar esse paciente é um equipamento de suporte à vida.  

Mais um exemplo são os ventiladores pulmonares, muito utilizados no tratamento de casos mais graves da Covid-19, esse também é um equipamento de suporte à vida.  

Principais desafios na gestão de equipamentos hospitalares

A gestão em saúde, como um todo, apresenta muitos desafios para os médicos gestores. Certamente, a gestão de equipamentos hospitalares exige que você tenha um controle minucioso dos dispositivos médicos. 

Lembre-se de que não adianta só comprar o equipamento e usá-lo. Uma gestão eficiente deve considerar a calibração, manutenção, reparo, treinamento de uso e muito mais.  

Por isso, conscientizar a sua equipe sobre os cuidados básicos ao manusear os aparelhos resolve em grande parte os problemas causados por uma má gestão dos EMH.  

É um desafio, sem dúvidas, mas necessário para que você possa garantir a segurança do paciente, a eficácia do tratamento e a qualidade dos serviços prestados na sua clínica. 

A Resolução RDC nº 2, de 25 de janeiro de 2010 (BRASIL, 2010b), orienta que os serviços de saúde devem elaborar e implantar um Plano de Gerenciamento para cada tecnologia utilizada no serviço, incluindo todos os equipamentos. 

As atividades que precisam ser desempenhadas por você e a sua equipe para garantir a boa gestão de equipamentos hospitalares são: 

(1) Qualificação: são operações realizadas e documentadas que comprovam que um equipamento foi corretamente instalado (de acordo com um protocolo previamente definido)e está funcionando conforme as especificações do fabricante, para que os processos realizados levem aos resultados esperados. 

(2) Validação: essa etapa é bem sugestiva, em que você comprova que os procedimentos e atividades, dentro de um processo, conduzem aos resultados esperados, de acordo com as especificações do item anterior, ou seja, do fabricante. 

(3) Calibração: compara a medição realizada de um ou mais parâmetros do equipamento com um determinado padrão de referência

(4) Verificações intermediárias:são operações periódicas que comprovam ou não a estabilidade metrológica de um equipamento ao longo de seu intervalo de calibração. 

De maneira geral, todos os equipamentos precisam estar qualificados antes de receberem seus pacientes. 

Outra dica importante é que a manutenção, calibração e limpeza não devem apenas serem feitas periodicamente, como também registradas.  

Importância da manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos

A manutenção, independentemente do seu caráter preventivo ou corretivo, deve estar sempre sob a atenção do médico gestor.   

Em outras palavras, a manutenção preventiva nada mais é do que identificar oportunidades de melhorias com o monitoramento constante dos produtos para a saúde.  

Já a manutenção corretiva, é o momento em que você precisa realizar reparos ou solucionar problemas o mais rápido possível, garantindo que o equipamento possa ser usado sem prejudicar a saúde e bem-estar dos seus pacientes.  

Dessa forma, quando você investe o seu tempo na elaboração de um planejamento de EMH, essas manutenções recorrentes serão a base para garantir a qualidade dos serviços oferecidos na sua clínica.  

5 dicas de gestão de equipamentos hospitalares para médicos

1. Faça um inventário:

Hoje, você sabe exatamente a quantidade de dispositivos médicos na sua clínica?

O primeiro passo, então, será fazer um inventário e descrever a quantidade exata dos EMH. É um processo indispensável para manutenção dos equipamentos. 

Para ter um caminho certo para seguir, você pode utilizar o modelo de inventário do Ministério da Saúde (MS). A organização oferece, inclusive, uma Manual de Gestão de Equipamentos Médicos Hospitalares que vale muito a pena ler! 

Apesar de parecer uma tarefa complicada, na verdade, é um processo muito simples. Afinal, você pode automatizá-lo registrando todos os seus equipamentos em um software médico, como o Feegow Clinic 

2. Gerencie os espaços físicos:

Outro item importante da nossa lista é o gerenciamento eficiente dos seus recursos físicos 

Tudo aquilo relacionado ao espaço ocupado por esses equipamentos está relacionado ao gerenciamento de localização, isso vai desde as salas que você escolhe para alocá-los, as ferramentas utilizadas para isso, os equipamentos e a manutenção em si.  

Um espaço físico bem escolhido e estruturado garante a saúde não só dos seus funcionários, como também dos pacientes. 

Portanto, pense bem nisso quando estiver estruturando o seu plano de gestão de equipamentos hospitalares.  

3. Treine a sua equipe:

Você vai precisar de bons profissionais para manusear os EMHGerenciar os recursos humanos também é uma alternativa para a boa gestão de equipamentos hospitalares.  

Portanto, avalie algumas questões: 

  • Quantas pessoas são necessárias para usar esse equipamento?  
  • Quantos profissionais serão necessários para manuseá-lo? 
  • É realmente necessário contratar especialistas? 

Contar com profissionais capacitados é o segredo da satisfação dos seus pacientes. Nada mais justo, então, do que investir na capacitação dos seus colaboradores para entregar um atendimento de excelência no seu negócio.  

4. Faça uma boa gestão de recursos financeiros

Para obter sucesso em qualquer área do seu empreendimento, você vai precisar monitorar custos, gerenciar o seu orçamento e planejar muito! 

Isso inclui a gestão de equipamentos hospitalares porque esses dispositivos médicos vão necessitar de manutenção em algum momento e, se você quer fazê-los durar por muito tempo, o cuidado é essencial.  

Para isso, faça a análise preditiva e preventiva desses recursos. Isto é, crie a cultura de revisar e verificar os equipamentos na sua clínica periodicamente. Isso torna a manutenção mais efetiva e menos cara.  

5. Use a tecnologia

Esse passo a passo que listamos aqui pode ser facilmente automatizado com o uso das novas tecnologias aplicadas à saúde, também chamado de softwares médicos 

Basicamente, o sistema médico cuida de toda a burocracia do seu negócio para que você tenha mais tempo de cuidar do que realmente importa: a gestão da sua clínica. 

Com essa ferramenta você pode controlar com maior eficiência todos os processos que envolvem a operação do seu negócio e a jornada do seu paciente 

Você pode, inclusive, conhecer um pouco mais de tecnologia em saúde com o nosso eBook de Tecnologias Aplicadas em Clínicas Médicas, baixe o material gratuitamente clicando aqui. 

Por que ter uma agenda para os equipamentos da sua clínica?

Já precisou usar o aparelho de Raio-X em determinado horário, mas já havia um profissional utilizando o equipamento?  

Assim como os profissionais de saúde que atuam na sua clínica disponibilizam uma agenda com horários disponíveis, os equipamentos médicos hospitalares também precisam! 

Isso evita sobreposição de horários, atrasos e transtornos que toda essa confusão pode causar ao seu paciente.  

E, não pense que separar uma agenda só para o seu aparelho de Raio X vai dar mais trabalho para a sua recepção, muito pelo contrário, vai trazer ainda mais agilidade para a rotina da sua clínica. 

Feegow Clinic conta com mais de 7 tipos de agendas, e isso inclui uma agenda exclusiva para os seus equipamentos médicos, que podem ser atreladas às agendas dos profissionais responsáveis pelo manuseio do dispositivo, facilitando o dia a dia da sua recepção 

Perguntas frequentes:

Quais são os equipamentos hospitalares?

Os equipamentos hospitalares são classificados em: equipamentos de diagnóstico, equipamentos de suporte à vida, equipamentos de tratamento e Equipamento Médico Durável (EMD). 

Quais são os equipamentos de Suporte à Vida?

desfibrilador que é usado para reanimar um paciente é considerado um equipamento de suporte à vida. Assim como os respiradores, ou ventiladores mecânicos. 

O que é gestão de equipamentos médicos?

A gestão eficiente de equipamentos permite que você encontre possíveis falhas nos ativos da sua clínica. Isso inclui problemas do fabricante, entre outros.  

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Gestão para clínicas Notícias

10 livros de gestão que médicos empreendedores precisam conhecer!

A lista de livros que selecionamos vai te ajudar a dar os primeiros passos nesse novo mercado de médicos empreendedoresConfira! 

Ser médico empreendedor exige cada vez mais conhecimentos em administração, gestão de pessoas e marketing, já que, além de cuidarem de vidas, precisam garantir o crescimento saudável do seu próprio consultório.  

Você já conhece os desafios de empreender e ser dono do seu próprio negócio. E já sabe, também, que no ramo da prestação de serviços, você precisa aprender sobre gestão, marketing e finanças: coisas que não se aprende na faculdade de medicina.   

O mais importante a se frisar é que, além de cuidar dos seus pacientes, é preciso cuidar da gestão e saúde financeira do seu consultório. 

Isso quer dizer que o empreendedorismo em saúde é um mar cheio de oportunidades para quem quer realmente ajudar as pessoas e buscar melhores resultados para seu negócio 

Então, se o seu propósito é fazer a diferença no setor da saúde, não deixe de aplicar as dicas apresentadas neste post! 

Vamos lá? 

10 livros de gestão essenciais para médicos empreendedores

Para ajudar médicos empreendedores a aprimorar seus conhecimentos em administração de negócios, gestão de pessoas e estratégias de marketing, confira a lista de livros que sugerimos a seguir: 

1. Gestão de clínicas médicas ou consultórios, por Antônio Ribeiro

Com toda a certeza muita gente já te recomendou essa leitura, não é mesmo? Esse livro é um guia que todo médico empreendedor ou não, precisa conhecer.

Por isso é o primeiro da nossa lista!  

Você vai aprender a dar os primeiros passos na gestão da sua clínica ou consultório, abordando estratégias como: 

-> Gestão de pessoas; 

-> Fidelização e retenção de pacientes; 

-> Marketing médico; 

-> Até questões mais burocráticas como as normas do Conselho Federal de Medicina (CFM). 

Outros tópicos abordados nesse livro são: 

  • Atendimento e recepção; 
  • Comunicação eficiente com pacientes e funcionários; 
  •  Tecnologias aplicadas à saúde. 

Por conta do conteúdo completíssimo, esse livro é uma super indicação para quem está dando os primeiros passos para abrir o próprio consultório.  

2. Se Disney Administrasse seu Hospital, por Fred Lee

Essa é uma leitura indispensável para quem trabalha no ramo da prestação de serviços. Não é novidade que a Disney tem uma metodologia diferenciada no atendimento ao público. 

Fred Lee — autor do livro — foi recrutado pela Disney para um programa de treinamento por conta de suas experiências em ajudar hospitais a alcançar lealdade e fidelidade de pacientes e funcionários. 

O livro “If Disney Ran Your Hospital” de 2004, vendeu mais de 500 mil cópias, sendo traduzido para várias línguas, incluindo o português. 

Não há dúvidas de que um atendimento cada vez mais diferenciado é responsável por garantir a satisfação dos pacientes e levá-los a fidelização.  

Nada mais efetivo para garantir o encantamento dos seus pacientes como as dicas de um especialista na área, concorda? 

3. O jeito Disney de encantar os clientes, por Disney Institute

Mais uma leitura tendo como base o jeito Disney de entregar encantamento e magia aos seus clientes. 

O livro conta um pouco sobre as estratégias e práticas de negócios que a Disney aplica em seu dia a dia para entregar um atendimento excepcional ao seu público.   

Além disso, você se lembra de que mesmo sendo uma grande empresa, a Disney não está tão distante assim realidade da sua clínicaIsto é, os problemas são os mesmos em qualquer empresa. 

Este livro faz parte da nossa lista porque é indispensável para quem lida diretamente com o público. Certamente é o seu caso! 

4. Lições de gestão da Clínica Mayo

Mais um livro dessa lista que você não pode deixar de ler e aprender é sobre o modelo de gestão da clínica Mayo — referência mundial em saúde — com foco na experiência do paciente 

A clínica Mayo tornou-se referência por investir na relação médico-paciente. Isso quer dizer que, mais do que números ou estatísticas, a relação entre clínica e paciente deve ser de parceria. Oferecendo, então, um atendimento cada vez mais humano. 

Essa é uma leitura indicada para quem quer focar de uma vez por todas no cuidado centrado no paciente  

5. Perspectivas da Relação Médico Paciente, por Cyro Martins

Como você já deve saber, a relação médico-paciente é um dos pilares que constituem o atendimento médico.  

Não basta só entregar qualidade, é preciso estar disposto a ouvir o paciente e cuidar para que ele não se sinta acolhido só quando está dentro do consultório.  

Neste livro, o psicanalista Cyro Martins aborda diversas situações, comuns na rotina de clínicas e consultórios, e como lidar com elas de forma mais efetiva. 

Pensando nisso, o livro é indicado para quem quer se aprofundar nas melhores técnicas de cuidado do paciente. Sem contar que as abordagens também se estendem a sua equipe.  

Afinal, cuidar das pessoas deve ser a prioridade de qualquer negócio com foco em serviços.  

6. Repensando a Saúde: Estratégias para Melhorar a Qualidade e Reduzir os Custos, por Michael Porter

Se você quer aprimorar a qualidade do atendimento médico e evitar que problemas de gestão prejudiquem o crescimento do seu negócio, essa é uma leitura obrigatória. 

Nesse livro, Michael Porter aborda os principais dilemas da gestão em saúde não só do ponto de vista do médico, como também dos pacientes.  

O autor propõe que, para evitar que os problemas se tornem maiores do que já são, é preciso mudar o pensamento de como se fazer medicina. 

O livro é recheado de dicas de quem entende realmente do assunto: um especialista em estratégias, reconhecido mundialmente, carinhosamente apelidado de pai da estratégia moderna 

Vale muito a pena a leitura! 

7. Legislação profissional em saúde, por Nivea Cristina Moreira Santos

Quando falamos de gestão para médicos empreendedores e marketing em saúde, não podemos deixar de lado uma peça muito importante desse quebra-cabeça: a ética médica 

O mais importante aqui é: a saúde e o bem-estar do seu paciente devem ser prioridade da sua clínica ou consultório e enquadrar as suas ações dentro do código de ética médica é fundamental para se alcançar um atendimento médico com muito mais qualidade e totalmente humanizado.  

livro em destaque serve como um guia para que todas as ações administrativas – sejam elas financeiras ou de publicidade médica – estejam pautadas no Código de Ética em saúde 

Agora você não tem mais como errar! 

8. Arquitetura e planejamento na gestão da saúde – alinhando o conhecimento médico à administração do sistema de saúde, por Richard M. J. Bohmer

Mais uma leitura obrigatória aparecendo na nossa lista! 

Richard J. Bohmer, médico e professor da Harvard Business School, apresenta logo de cara o problema que gestores de saúde (sistema público e privado), profissionais, políticos e usuários dos sistemas de atendimento à saúde: “a saúde está em crise”. 

Para o autor, o principal desafio está no planejamento de abordagens eficazes para a criação de um sistema de prestação de serviços em saúde baseado em “saber o que fazer” ao invés de “fazer o que sabemos”.  

Além dissopodemos destacar os 4 tópicos de gestão em saúde para discutir em uma roda de amigos. 

– A gestão do serviço de saúde; 

 A natureza experimental do serviço de saúde; 

– Medicina baseada em evidências; 

– O papel central dos sistemas operacionais. 

São questionamentos importantes para quem quer se aprofundar ainda mais em entregar um serviço de altíssimo nível aos pacientes.  

9. Todo paciente tem uma história para contar, por Lisa Sanders

No livro, a Dra. Lisa Sanders ressalta que, por mais que a tecnologia tenha avançado ao longo do tempo, ainda há doenças que não possuem cura e diagnósticos e exames mal interpretados.  

O livro é um verdadeiro mergulho no processo de solução de casos misteriosos, pistas falsas e muitos desafios. Até parece um romance policial, não é mesmo?  

Fugindo um pouco do clichê das séries de televisão, a autora também aborda questões como: quais os dilemas da medicina diagnóstica na era da tecnologia? Por que ainda há falhas em diagnósticos? 

Esse é um dos melhores livros de Ciência publicado em 2009 que encontramos na Amazon 

Vale a pena demais a leitura! 

10. Marketing estratégico para a área da saúde

O último, mais não menos importante, item da nossa lista de leituras obrigatórias é o livro Marketing estratégico para a área da saúde de Phillip Kotler. 

Em algum momento você já deve ter ouvido falar dele, estou certa? Caso nunca tenha tido contato com nenhuma de suas obras, saiba que Kotler é conhecido como o pai do marketing por muita gente.  

A gente não poderia fechar essa lista sem dar dicas de como divulgar o seu trabalho usando a publicidade médica, né?  

Esse livro é ideal para administradores de clínicas, pois traz, em linguagem muito acessível, conceitos como análise SWOT e outras estratégias de gestão administrativas.  

➔ Dica extra: Qual é a tua obra? Por Mário Sérgio Cortella

Esse livro não foi pensando especificamente para a área da saúde, mas, além do lado técnico, é uma leitura prazerosa para os médicos empreendedores 

Na sinopse, você, leitor, logo se depara com a seguinte frase: “a ideia de trabalho como castigo precisa ser substituída pelo conceito de realizar uma obra”. O autor consegue traçar um paralelo entre empreendedorismo e gestão. 

O livro se divide em três partes: liderança, gestão e ética.  

E, para provocar ainda mais o leitor, Cortellla faz a seguinte reflexão: o que faz você levantar da cama todos os dias?  

Mas, não se engane! Não é um livro de autoajuda. Mais do que médicos empreendedores, gestores, somos todos seres humanos.  

Evoluir é muito importante! 

Perguntas frequentes:

Por que se tornar um médico empreendedor?

Empreender, portanto, pode ser uma saída para quem quer usar o  seu tempo e  dedicação  a algo que gere maior retorno financeiro.  É também uma forma de dar forma à sua visão sobre o melhor modelo de negócio. 

Como empreender na área da medicina?

Além dos estudos e da parte técnica, para ser bem-sucedido em seu empreendimento será necessário ter conhecimentos de gestão, processos administrativos, ter um pouquinho de conhecimento em marketing e gestão de pessoas.  

Como se tornar um médico empreendedor de sucesso?

É importante frisar que a área por si só já é bastante promissora. Ser bem-sucedido, ou não, está relacionado ao seu esforço em relação aos seus objetivos, respeitando a ética e valores humanos. 

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Gestão para clínicas

Prescrição médica: 5 itens que não podem faltar na sua receita!

A prescrição medica é uma atividade que faz parte da rotina do médico em consultório, isso já se sabe. Descubra aqui quais são os itens que não podem faltar na sua receita.

Já é médico há algum tempo, mas ainda tem dúvidas vez ou outra para emitir uma prescrição médica? Vou te contar um segredo: você não está sozinho!

Médicos recém-formados, residentes e até profissionais de saúde mais experientes podem ter incertezas na hora de prescrever um medicamento para o paciente.

Por isso, neste post, você encontra um passo a passo em detalhes  para não passar sufoco na hora de emitir as suas receitas!

Continue a leitura e não perca mais nenhum detalhe da sua prescrição!

O que é a prescrição médica?

A prescrição médica é um documento com orientações básicas de uso de medicamentos que você entrega ao paciente em consultório e faz parte da rotina de cuidados de saúde do paciente.

Nesse contexto, após realizar as perguntas e colocá-las na anamnese do paciente e verificar os resultados de exames realizados, inicia-se a busca por medicamentos que possam aliviar o sofrimento do paciente.

Lembre-se de que a assertividade e clareza do documento é o que vai garantir o sucesso no tratamento do paciente. Essa é uma etapa importantíssima para a relação médico-paciente.

Além disso, é responsabilidade do médico informar e orientar o paciente sobre a forma de uso correta da medicação para evitar possíveis complicações e erro de uso.

Por isso, você vai precisar fazer do jeito certo!

Continue a leitura e saiba exatamente o que não pode faltar na sua prescrição médica.

Como fazer uma prescrição médica?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define seis etapas para o processo mais adequado de uma prescrição medicamentosa. São eles:

• Definição do problema;

• Especificação dos objetivos terapêuticos;

• Seleção do tratamento mais eficaz e seguro para um paciente específico;

• Prescrição, incluindo medidas medicamentosas e não medicamentosas;

• Informação sobre a terapêutica para o paciente;

• Monitoramento do tratamento proposto.

Esse é o caminho para a prescrição médica perfeita!

São muitas etapas e, com tanta teoria, é normal sentir a necessidade de uma ajuda no momento de colocar em prática.

Para isso, você pode contar com um software de prescrição eletrônica. Afinal, a digitalização veio para ficar!

O que deve constar na prescrição médica?

É do senso comum que uma receita correta e completa precisa dos seguintes elementos, de acordo com o Ministério da Saúde (MS):

• Cabeçalho: o uso é obrigatório, não importa o formato, seja na prescrição digital ou na folhinha que você deixa na mesa do consultório. Nele, deve conter: nome da clínica ou consultório, preferencialmente com número de telefone;

• Nome e endereço do paciente;

• Documento e número de identificação do paciente;

• Idade do paciente (para crianças e idosos, principalmente);

• Via de administração (oral, sublingual e parenteral);

• Nome do medicamento, dose, forma farmacêutica e quantidade total do medicamento para o período estipulado no esquema posológico;

• Esquema posológico;

• Tempo ou duração do tratamento;

• Instruções, cuidados com o medicamento;

• Data da emissão;

• Assinatura e número da inscrição do profissional.

Quais são os tipos de receita médica?

Receituário Simples:

Aqueles que não necessariamente precisam de uma receita médica para compra, mas indica-se que sejam prescritos por um profissional. Muito utilizado para medicamentos anódinos, conhecidos como analgésicos.

Receituário de Controle Especial:

Usamos o receituário de controle especial para a prescrição de medicamentos de tarja vermelha e preta. São medicamentos que contém substâncias sujeitas a controle especial, como antirretrovirais, antibióticos, imunossupressores e antidepressivos.

Receita Azul ou Receita B:

De acordo com o Manual de Orientações básicas para prescrição médica (2019), esse receituário é padronizado na cor azul. É muito utilizado em prescrições de medicamentos que contenham substâncias psicotrópicas.

Receita Amarela ou Receita A:

Para medicamentos extremamente controlados é utilizado o receituário na cor amarela. Vale lembrar que cada receituário desse tipo só pode conter um medicamento controlado. Na 2ª edição do Manual de Orientações básicas para prescrição médica, esses estão nas listas “A1”, “A2” (entorpecentes) e “A3” (psicotrópicos).

Uso do carimbo é obrigatório?

Um ponto interessante e que vale mencionar aqui é a não obrigatoriedade do uso do carimbo. Essa ferramenta é usada com o objetivo de otimizar o seu tempo de trabalho.

Você pode, inclusive, entregar a receita para o seu paciente sem o carimbo. O elemento indispensável é, na verdade, a assinatura do médico e o registro no CRM.

Mas, se optar por usar o carimbo, é importante conter:

· a data e a assinatura do profissional;

· o endereço do consultório ou da residência;

· o número de inscrição no Conselho profissional.

Para se aprofundar mais no uso correto do carimbo, acesse o Manual de orientações básicas para prescrição médica do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Quais os tipos de medicamentos que você pode prescrever?

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), a Classificação dos Medicamentos quanto aos Aspectos Relacionados à Inovação são:

Medicamentos de referência e inovadores:

São medicamentos registrados como inovação junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI).

Quando um medicamento de referência é produzido, a indústria farmacêutica, responsável pela produção do produto, providencia uma “proteção patentária”. Isso impede, por determinado tempo, que outras empresas “copiem” esse medicamento inovador.

Medicamentos Genéricos:

Esses medicamentos são produzidos quando acaba o período de “proteção patentária”, além de outros direitos de exclusividade. Entretanto, para que a população utilize esse medicamento é necessário, antes, passar por um controle de qualidade.

Ou seja, é preciso comprovar a sua eficácia e qualidade.

Aliás, os medicamentos genéricos funcionam no nosso corpo da mesma forma que os medicamentos de referência. Por isso, na maioria dos casos, o farmacêutico pode sugerir a troca ao paciente.

Medicamentos Similares:

Esses contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, concentração e forma farmacêutica de medicamentos de referência.

A diferença se dá, então, no prazo de validade, que costuma ser bem menor, embalagem e rotulagem, precisando sempre da identificação pelo nome comercial ou marca.

O que são as tarjas presentes nas embalagens os medicamentos?

Antes de mais nada, todos os medicamentos precisam passar pelo controle de qualidade da ANVISA, que é responsável por: certificar e distribuir todos os medicamentos em solo brasileiro.

· Medicamentos de Venda Livre:

São medicamentos que não precisam de receita médica, isto é, conhecidos também como Medicamentos Isentos de Prescrição (MIP), podem ser adquiridos a qualquer momento, por qualquer pessoa.

Todavia, não se esqueça de orientar os seus pacientes sobre o uso descontrolado de medicações, pois, mesmo que sejam vendidos livremente, podem causar efeitos colaterais.

· Medicamentos de Tarja Amarela:

A tarja amarela serve para destacar os fármacos genéricos dos similares e de referência. A identificação vem ainda acompanhada por um “G” e as palavras “medicamento genérico”.

· Medicamentos de Tarja Vermelha:

Segundo a ANVISA, a tarja vermelha assinala que determinados medicamentos só podem ser vendidos a pacientes que apresentem a receita médica no ato da compra.

Esses medicamentos são divididos em duas subcategorias:

– Aqueles com retenção de receita;

– Aqueles sem retenção de receita.

Para os que não precisam da entrega da receita, essa serve apenas para autorizar a compra do produto. Agora, quando, na caixa, está escrito “venda sob prescrição médica”, o paciente precisará deixar uma das vias na farmácia.

· Medicamentos de Tarja Preta:

Os medicamentos que recebem a tarja preta precisam, de certa forma, de maior controle e cuidado, pois são medicamentos que trazem riscos à saúde do paciente.

Esses medicamentos contêm substâncias que afetam o Sistema Nervoso Central e carregam consigo muitos efeitos colaterais, como também reações adversas. Sendo, então, indicados somente àqueles que buscam tratamento para causas mais sérias, como a Depressão.

5 itens que não podem faltar na sua receita!

Legibilidade 

Desde que o mundo é mundo, acreditamos que a letra do médico deve ser difícil de ler, não é mesmo? Quando, na verdade, esse é um dos maiores mitos que circulam na área da saúde.  

Uma pesquisa feita pela Revista Abril responde à pergunta que a maioria das pessoas já deve ter feito: por que os médicos têm a letra tão feia? Esse estudo revela que 10% dos profissionais de saúde escrevem garranchos no lugar de letras. 

Nesse contexto, de acordo com o Código de Ética Médica, é vedado ao médico: 

“Art. 11. Receitar, atestar ou emitir laudos de forma secreta ou ilegível, sem a devida identificação de seu número de registro no Conselho Regional de Medicina da sua jurisdição.”. 

Entregar um documento legível ao paciente é obrigatório por lei (lei Federal Nº 5.991), desde 1973.  

Sendo assim, em pleno 2021, não tem como ainda ter gente acreditando que letra de médico deve ser ilegível e difícil de ler  

Dosagem 

Sim, parece óbvio, só que, ainda assim, um dos erros corriqueiros em prescrições médicas é a ausência da dosagem na receita. 

Imagine que o seu paciente chega na farmácia para comprar um antibiótico sem saber qual a dosagem correta. 

A ausência da dosagem na receita do paciente impede que ele compre o remédio e inicie o tratamento em tempo hábil.  

Viu só o tamanho do problema?  

Isso pode gerar um transtorno imenso para o seu paciente, já que a falta de informações veta a venda de qualquer medicamento.  

Assim, ele não consegue comprar, muito menos iniciar o tratamento no tempo adequado.  

Tempo de duração do tratamento 

A dosagem é importante, entretanto, junto a ela é necessário destacar o tempo de duração do tratamento. 

Pense comigo: o seu paciente não deve, nunca, sair do seu consultório com dúvidas, mas ele nem sempre irá perguntar o que realmente está escrito na receita, para isso existe o farmacêutico. 

Pouco acesso à informação pode prejudicar o tratamento do seu paciente. Sem isso, o paciente pode tomar o medicamento por mais tempo do que o necessário, ou até mesmo não concluir o tratamento da maneira correta. 

Por isso, pensando em driblar esses obstáculos  é necessário detalhar tudo na receita. Senão,  em todas as peças desse quebra-cabeça o seu paciente sairá prejudicado! 

Via de administração 

Antes de prosseguirmos, vale lembrar que existem três tipos de via de administração: oral, sublingual e parenteral. 

Com essa informação em mente,  vamos aos fatos:  a administração de medicamentos por via oral é a mais comum e, por isso, sempre associamos o uso do  fármaco  a essa forma de administração. 

Mas, como  diz o ditado popular: nem sempre o certo é o certo.  Quando cuidamos de vidas, não dá para levar as coisas na base do “achismo”, concorda? 

Desse modo, em caso de dúvidas, você pode consultar a bula do medicamento. Um software médico, como o Feegow Clinic, traz o bulário de cada medicamento cadastrado. 

Sendo assim, você pode consultar a posologia e não errar na hora de prescrever um receituário para seus pacientes. 

Posologia 

A posologia é a forma correta de uso dos medicamentos. Isto é, informa a via de administração (oral, sublingual ou parenteral) e por quanto tempo o paciente fará uso do remédio. 

Veja aqui um exemplo de posologia: Paracetamol 100mg/ml, via oral, tomar 20 gotas de 8 em 8 horas por três dias. 

A posologia pode variar de função de acordo com: 

· O paciente; 

· A doença para a qual foi prescrito o tratamento medicamentoso; 

· O tipo de medicamento que será utilizado.  

A posologia deve, portanto, ser apresentada de forma clara tanto para o paciente quanto para o farmacêutico que fará a dispensação do medicamento. 

Use a tecnologia para emitir suas receitas médicas

Como foi dito anteriormente, todos esses itens que são indispensáveis para uma prescrição médica podem ser automatizados com o uso da tecnologia. 

Um software médico, como o Feegow Clinictorna o atendimento médico em consultório mais ágil e prático com a prescrição eletrônica. 

Você pode continuar seus atendimentos a distância com a prescrição digital, que tem validade jurídica e traz muito mais praticidade para o seu dia a dia 

Assim, garante não só a segurança do seu paciente, como também assegura o tratamento correto, pois todas as informações estão presentes na receita. 

Para saber em detalhes que tipo de tecnologias pode ser aplicado no seu dia a dia, baixe gratuitamente o nosso e-bookdicas para automatizar a sua clínica! 

Perguntas frequentes:

Quais são as principais informações que deve conter em uma prescrição médica?

O nome do profissional e o seu registro junto ao CRM de sua região devem estar logo no cabeçalho da receita.

Como preencher corretamente uma prescrição médica?

O primeiro passo para preencher corretamente uma prescrição é a letra legível. Além disso, as orientações devem ser feitas de forma clara e concisa, para que não haja dúvidas da parte do paciente.   

Qual a importância da posologia numa prescrição?

A posologia é indispensável porque auxilia o paciente a entender como fazer o uso do medicamento corretamente, como horário, via de administração, entre outros.

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Gestão para clínicas

Como implantar práticas de cuidado centrado no paciente em clínicas médicas?

Para colocar em prática essa estratégia de atendimento e obter sucesso, o paciente deve estar no centro de tudo. Veja as principais dúvidas que envolvem o cuidado centrado no paciente.

Resultados clínicos surpreendentes, envolvimento nas decisões sobre serviços de saúde e tratamentos mais eficazes e focado nas necessidades do paciente são algumas das vantagens em proporcionar uma melhor experiência aos seus pacientes. 

Apesar de o termo “patient centricity”, ou cuidado centrado no paciente, estar em alta no momento, muitas dúvidas sobre o que ele realmente significa podem surgir.  

Para alguns ainda falta entender que o paciente também é um cliente. o comportamento de clientes, de forma geral, é ativo. Ou seja, eles gostam de ter voz. Com pacientes, acontece o mesmo, eles querem ter voz e participar ativamente do seu processo de cura.  

Isso quer dizer que médico e paciente precisam trabalhar em conjunto para construir um tratamento que se adeque às necessidades individuais de cada pessoa. 

Por isso, o cuidado centrado no paciente atende muito bem a essas novas exigências de humanização da medicina.  

Para te ajudar a buscar as melhores práticas de cuidado centrado no paciente, aqui vamos te mostrar:  

  • O que é a saúde e o cuidado centrado na pessoa; 
  • Se é possível colocar o paciente no centro do cuidado; 
  • Que tipos de diretrizes você vai precisar seguir.  

Confira! 

O que é o cuidado centrado no paciente?

Ter um cuidado centrado no paciente pode parecer óbvio, já que ele é o fator principal de um tratamento médico.

Mas, nessa modalidade em especial tudo vai além, elaengaja o paciente e sua família durante todo o processo de tratamento, reconhecendo as necessidades individuais da pessoa e as colocando em primeiro lugar. 

Mas, o que isso quer dizer na prática? 

Esse tipo de cuidado individualizado integra e humaniza o atendimento médicoEssa nova abordagem pode ser aplicada em pacientes de todas as idades, dos recém-nascidos até os idosos.   

Não se trata apenas de entender somente a doença em si, mas também a vida emocional do paciente e tudo o que isso engloba.  

Qual a importância do cuidado centrado no paciente?

Como já foi dito nesse texto, muitas pessoas desejam ter um papel ativo no cuidado da própria saúde e qualidade de vida 

Colocar o paciente no centro de sua saúde pode parecer automático, mas sabemos que não funciona bem assim na prática. 

Nas palavras de LaurMosqueda, professora de Medicina da Família na Keck School of Medicine, na Universidade do Sul da Califórnia, 

Por muito tempo, nosso sistema médico se concentra no tratamento de doenças ao invés de focar no cuidado de uma pessoa com doenças.

Essa fala de Mosqueda traz à tona um questionamento que permeia o objetivo do cuidado centrado no paciente: por que não apoiar essas pessoas para que, a longo prazo, possam administrar a sua própria saúde, sem sair de casa? 

Além da relevância de garantir humanização ao tratamento, aderir a essa modalidade também é importante para os custos com saúde.

Quando colocamos as pessoas em primeiro lugar, investindo em comunicação e prevenção, esses custos diminuem.  

Essa realidade já pode ser vista na Europa. People Powered Health Programpor exemplo, prevê uma economia de 5 bilhões de euros/ano com essa nova abordagem.

Como deve ser o cuidado centrado no paciente?

Health Foundation definiu um referencial composto de quatro princípios que definem o cuidado centrado na pessoa. 

  1. Assegurar que as pessoas sejam tratadas com dignidade, compaixão e respeito; 
  2. Oferecer um cuidado, apoio ou tratamento coordenado;
  3. Oferecer um cuidado, apoio ou tratamento personalizado;
  4. Apoiar as pessoas para  que reconheçam e desenvolvam as suas próprias aptidões e competências, a fim de terem uma vida plena e independente.  

Repare, então, que os quatro princípios do cuidado centrado na pessoa passam a ser: 

quatro princípios do cuidado centrado na pessoa

Longe de ser uma relação em que o profissional de saúde é o especialista e o paciente apenas segue suas ordens, o relacionamento médico-paciente deve ser de parceria. 

Trabalhando juntos, médico e paciente alcançam objetivos em conjunto para entender o que é importante para o indivíduo atingir seus objetivos, com todo o suporte emocional necessário. 

Como colocar o paciente no centro do cuidado?

Antes de mais nada, para adaptar-se à essa nova forma de trabalho, você precisa estar aberto às novas abordagens.  

Veja alguns exemplos de acordo com o Guia Rápido “Simplificando o cuidado centrado na pessoa” — do Instituto Proqualis — para se inspirar e começar a focar as suas estratégias em saúde no seu paciente! 

Respeito pelos valores e preferências do paciente

Entender que o paciente é um ser único é um grande passo a ser dado. Pensando por essa óptica, as preferências do paciente, então, são escolhas que a pessoa faz ao se deparar com decisões relacionadas a sua saúde e tratamento, com base em suas vivências, crenças e valores. 

Por isso, vale lembrar que: 

– O respeito à autonomia do paciente deve ser reconhecido; 

– A veracidade e direito à informação é um princípio da ética médica; 

– A participação na tomada de decisão é um direito do paciente e sua família. 

Planejamento do cuidado

Como você pode perceber, esse é um dos pilares que oferecem apoio ao paciente. Você vai precisar planejar, e muito, mas sempre colaborando com o seu paciente 

Esse processo envolve:  

– Examinar o que é mais importante; 

– Identificar o melhor tratamento; 

– Definir objetivos; 

– Executar ações necessárias para atingir esses objetivos; 

– Apoiar o paciente na escolha de melhores estratégias em saúde.  

Informação, comunicação e educação

Mais um ponto interessante é estreitar a relação entre profissionais de saúde, família e paciente, assim, valorize as melhores formas de lidar com o emocional do paciente e seus familiares. 

Pensando em pacientes que requerem assistência médica por muitos anos, o conhecimento da sua condição é fundamental para que o tratamento não seja prejudicado. 

Com isso, não se esqueça de que: 

– O acesso à informação é um componente ético essencial na conduta terapêutica; 

– Educar o paciente para que ele seja protagonista, sabendo como e quando agir;

– Envolver familiares e amigos, já que eles têm papel fundamental na saúde do paciente.

8 princípios do cuidado centrado na pessoa:

Quando uma pessoa tem acesso à informação de qualidade, ela pode escolher o tratamento adequado que seja mais barato e menos invasivo.

Por isso, o Institute of Medicine elaborou 8 princípios básicos para esta prática:

1. Respeito pelos valores, preferências e necessidades dos pacientes:

Sabendo que cada paciente é único, você deve traçar um plano que supre às necessidades individuais de cada pessoa.

2. Coordenação e integração do cuidado:

Este princípio é importante para reduzir o sentimento de vulnerabilidade do paciente.

3. Informação e educação:

A educação e o apoio são fundamentais para ajudar os pacientes na tomada de decisões sobre os seus próprios cuidados.

4. Conforto físico:

Com o objetivo de melhorar a experiência do paciente, não se esqueça desse princípio!

5. Auxílio emocional e alívio do medo e ansiedade:

Para dar autonomia e protagonismo ao seu paciente!

6. Envolvimento de familiares e amigos:

Eles são peça-chave nesse processo!

7. Continuidade e transação:

Você deve oferecer condições favoráveis aos seus pacientes para dar continuidade ao processo de cura.

8. Acesso ao cuidado:

O fácil acesso ao cuidado faz com que o paciente possa acessá-lo quando precisar.

Existe algum curso sobre o cuidado centrado na pessoa?

Além de todo conteúdo que você encontra disponível na internet, algumas empresas oferecem certificações em Cuidado centrado no Paciente.

Conheça algumas delas:

Fundamentos Planetree – O Cuidado Centrado na Pessoa:

Se você busca referência e conteúdo atualizado, uma ótima opção é o curso do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein.

A grade é bem completa. Você vai receber, ao final do curso, um certificado válido e já vai poder aplicar as práticas no seu negócio!

Certificação em Princípios do Cuidado Centrado na Pessoa:

O Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) oferta o curso de Cuidado Centrado na Pessoa com Certificação ISQua/CBA. É uma certificação a nível internacional. Sabe o melhor? Totalmente online!

– Experiência do Paciente e Cuidado Centrado na Pessoa:

O último curso da nossa lista é ministrado pela Paula Viceconti Nahas, disponível na plataforma InforHealth. Perfeito para quem dispõe de pouco tempo e prefere aulas em tempo real e rápidas.

Um dos temas abordados no curso são ferramentas e estratégias para engajamento do Corpo Clínico junto as estratégias de Experiência do Paciente.

Perguntas frequentes:

Como é o cuidado centrado no paciente e na família?

O cuidado centrado no paciente é uma abordagem de cuidado que coloca o indivíduo e sua família no centro de todas as decisões de cuidados em saúde. Provendo a educação e o apoio para que os pacientes tomem decisões e participem dos seus próprios cuidados.

Como praticar nas instituições o cuidado centrado no paciente?

O primeiro passo é apoiar e incentivar o paciente a tomar decisões corretas sobre a sua saúde. Além de envolver familiares e amigos, já que eles têm papel fundamental na saúde do paciente.

O cuidado centrado na pessoa poupa dinheiro?

Quando uma pessoa tem acesso à informação de qualidade, ela pode escolher o tratamento adequado que seja mais barato e menos invasivo. Portanto, sim! Você vai reduzir custos com o cuidado centrado no paciente.

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Tecnologia para clínicas

Vantagens de um software de prescrição médica para a sua clínica!

Um software de prescrição médica moderniza o atendimento em seu consultório ou clínica. Veja como trazer mais agilidade a sua rotina! 

A prescrição de medicamentos é um dos processos mais rotineiros em clínicas médicas. Trata-se de um documento com valor legal, de responsabilidade do médico. Automatizar esse processo torna o trabalho do médico muito mais ágil. 

Você sabe quantas prescrições faz por dia? Sendo esse um processo tão recorrente em clínicas e consultórios, como saber se um software de prescrição médica pode agilizar o trabalho do médico?  

De acordo com uma pesquisa da KLAS Research, 39% dos erros médicos relacionados à medicação acontecem no momento da prescrição.  

Seja por incompreensão da letra do médico ou por confusão do farmacêutico no momento da dispensa do medicamento, no final, o tratamento do paciente pode ser prejudicado. 

A adoção de um bom software para suas prescrições médicas otimizará os seus atendimentos. Assim, você ganha tempo para investir em seus pacientes. 

Vamos lá? 

Software de prescrição médica: o que é e como funciona?

Antes de prosseguirmos, uma dúvida bastante comum é: como saber se um software de prescrição médica é para você? 

Na verdade, a gente até podia começar esse tópico dizendo o porquê você NÃO precisa de um software médico.  

E você NÃO precisa de um se: 

– Não erra nada na prescrição do paciente; 

– Tem tempo sobrando para escrever tudo à mão; 

– Sabe todos os medicamentos existentes no mercado de cabeça; 

As soluções tecnológicas estão cada vez mais presentes no nosso cotidiano. Isso não seria diferente para os profissionais de saúde.  

Uma dessas inovações é o uso de softwares médicos para digitalizar as prescrições de medicamentos.  

Imagine sempre precisar preencher essas informações manualmente… Nosso tempo vale muito e não pode ser desperdiçado. Com a prescrição eletrônica, você faz isso com apenas alguns cliques. 

Mas, se eu ainda não te convenci, neste post eu te dou 6 motivos para usar um software de prescrição médica na sua clínica ou consultório. 

6 motivos para você usar um software de prescrição médica:

1. Evita que você cometa erros

Os erros de preenchimento ocupam a primeira posição no ranking de obstáculos que o paciente enfrenta ao buscar por um medicamento em farmácias.  

Sendo assim, erros de prescrição médica colocam em risco a segurança e integridade física do paciente. Uma dosagem errada, por exemplo, compromete todo o tratamento e recuperação desse indivíduo.  

Além disso, outros erros muito comuns encontrados nos receituários médicos são: 

– Quantidade incorreta do medicamento a ser dispensado; 

– Tempo de duração do tratamento inexistente; 

– Via de administração do medicamento ausente; 

O problema pode ser ainda maior. Como exemplo, existem muitos medicamentos com nome parecido. Isso pode confundir o paciente, que não começará o tratamento no momento adequado, resultando em muitos transtornos. 

Portanto, a prescrição eletrônica acaba de uma vez por todas com esses problemas de receituário citados logo acima.  

Padronizando processos e nomenclaturas, em apenas alguns cliques o médico emite a prescrição e entrega a receita para o paciente em consultório.  

2. Garante a legibilidade do documento

De acordo com a KLAS Research, 8% dos erros relacionados à medicação ocorrem por conta da incompreensão da grafia do médico no receituário.  

Mais do que isso, a letra legível é garantida por lei, sua obrigatoriedade vem desde 1973, através da lei Federal n.º 5.991. Ainda, no Manual de Ética Médica, é vedado ao médico “receitar, atestar ou emitir laudos de forma secreta ou ilegível”.  

Por isso, uma das maiores vantagens no uso de um software de prescrição médica é digitalizar a receita médica, evitando erros de caligrafia do médico e facilitando a compreensão do farmacêutico no momento da dispensa do medicamento.  

3. Maior agilidade no momento da prescrição

Com um software de prescrição médica, o profissional de saúde conta com um bulário integrado, onde os medicamentos já estão pré-cadastrados no sistema, facilitando a busca e emissão da receita em segundos. 

Não se engane, em virtude da quantidade de atendimentos, até profissionais mais experientes precisam consultar os tipos de medicamentos, como também os seus substitutos antes de emitir uma prescrição.  

E não há como saber todas essas variantes sem consultar um material de apoio, não é mesmo?    

O software médico concentra todas as informações em um único lugar, garantindo agilidade e rapidez em todos os processos.  

4. Envio de qualquer lugar

Quantas vezes o paciente não precisou retornar ao consultório para pegar uma segunda via da prescrição de medicamentos? Isso é mais comum do que pode parecer! 

Seja por esquecimento ou perda do documento, com toda a certeza você já se viu nessa situação incômoda.  

Com um software de prescrição médica, como o Feegow Clinic, você pode enviar a receita para o paciente em diferentes canais, como: e-mail ou SMS. Tanta agilidade e rapidez facilita a vida do médico e do paciente! 

A plataforma de receita digital MEMED, integrada ao Feegow, faz o envio da receita por SMS. Assim, o paciente pode se dirigir a farmácia e adquirir o seu medicamento com total segurança.  

5. Encontre o melhor tratamento para o seu paciente

Lembre-se sempre de que o medicamento precisa estar adequado às condições do paciente. Por isso, o uso de papel e caneta torna esse processo bem mais trabalhoso e você pode acabar deixando algo do histórico do paciente passar.  

Como a prescrição eletrônica é parte do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), é mais simples extrair todas essas informações pois estão armazenadas no software de prescrição médica.  

Como consequência, o paciente consegue ser direcionado a um tratamento mais eficiente e assertivo. Contribuindo diretamente para a satisfação e fidelização dos seus pacientes.  

6. Armazenamento em Nuvem é sinônimo de segurança

Quando pensamos em digitalização dos processos médicos um dos recursos que não podem faltar é o armazenamento em Nuvem.  

Com este recurso, todas as suas prescrições ficam salvas em um servidor completamente seguro. Assim, o histórico médico do paciente pode ser acessado de diferentes lugares 

Além disso, por mais que uma clínica seja organizada e atenta aos processos, a prescrição tradicional pode se perder ou cair nas mãos de pessoas não autorizadas.  

Com essa tecnologia, a segurança desse documento é garantida por senha, e somente o paciente poderá acessá-la.    

Perguntas frequentes:

O que é prescrição eletrônica?

A prescrição eletrônica é uma versão digitalizada da prescrição que você já emite em consultório, aquela feita à mão.  

Como funciona a prescrição eletrônica?

A prescrição eletrônica possibilita a todos os profissionais de saúde o envio e recebimento de prescrições medicamentosas de qualquer dispositivo conectado à internet. Eliminando, de uma vez por todas, os erros de prescrição. 

O uso da prescrição eletrônica é permitido no Brasil?

Sim! Apesar de não haver uma obrigatoriedade, um projeto de Lei (PL 3344/2012está em andamento e pretende tornar obrigatório o uso da prescrição eletrônica tanto na rede pública quanto na rede privada.  

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Tecnologia para clínicas

5 motivos para você usar a assinatura digital para médicos!

Com os avanços da tecnologia na área médica, a assinatura digital para médicos promete agilizar e otimizar a rotina de clínicas e consultórios.

A assinatura digital deixou de ser uma opção para se tornar essencial no atendimento médico. Veja os principais motivos para não deixar de aderir a assinatura digital para médicos!

Por conta da praticidade e facilidade de uso, essa valiosa ferramenta traz muitos benefícios. Aliada a Telemedicina, há a possibilidade de continuar atendendo os seus pacientes sem perder a qualidade.

E por que investir nessa estratégia? A telemedicina está em crescimento no Brasil, e a assinatura digital é um importante aliado para complementar o atendimento médico de excelência mesmo à distância.

Você busca um desses objetivos? Neste post, eu te dou dicas valiosas para você começar a utilizar a assinatura digital para médicos!

Confira!

Como é feita a assinatura digital?

Primeiramente, para utilizar a assinatura digital para médicos é necessário um certificado digital emitido por uma autoridade certificadora no padrão ICP-Brasil.

A assinatura digital utiliza a tecnologia de criptografia assimétrica em duas etapas (a primeira é pública e a segunda é privada), já o certificado digital é a sua identidade virtual.

Existem diversos tipos de certificados disponíveis, como o CRM Digital, disponibilizado pelo Conselho Federal de Medicina.

Assinatura digital e assinatura eletrônica: principais diferenças

Para quem pensa que a assinatura digital e a assinatura eletrônica são a mesma coisa não se engane!

Apesar de terem nomes parecidos, elas não são sinônimos e desempenham funções muito diferentes.

A assinatura eletrônica nada mais é do que uma categoria em que a assinatura digital está incluída. Basicamente, é um termo mais amplo que engloba todos os meios de validação eletrônica.

Tais como:

– Biometria;

– Senha;

– Token;

– Assinaturas digitalizadas.

Assim, toda assinatura digital é eletrônica, mas nem toda assinatura eletrônica é digital.   

Já a assinatura digital se destaca das demais formas de validação eletrônica por utilizar a criptografia. E, caso o documento sofra alguma alteração, a assinatura é invalidada na mesma hora.

5 motivos para usar a assinatura digital para médicos:

Aqui você confere as principais vantagens de usar a assinatura digital na sua clínica ou consultório!

São dicas simples, mas que fazem toda a diferença no cotidiano da sua clínica.

1. Melhora a experiência do paciente:

Quem nunca ouviu uma reclamação sobre a demora no atendimento? Ou o atraso na entrega de um resultado de exame que gera frustração no paciente? Esse é o tipo de situação que ninguém quer passar, né?

Você entende que a excelência no atendimento também pode ser mantida no teleatendimento. Então, por que não garantir o bem-estar dos seus pacientes mesmo que a distância?

Uma maneira eficiente de fazer isso é reduzindo a burocracia e ampliando a eficiência nos processos médicos. E a principal vantagem da assinatura digital é a otimização no fluxo de trabalho em clínicas.

Isso porque você pode assinar a receita do paciente a qualquer momento e de qualquer dispositivo conectado à internet. Assim, Melhorando o fluxo de atendimentos e relacionamento com os pacientes.

Reparou que quando reduzimos a burocracia nos processos, o paciente acaba sendo impactado positivamente?

2. Reduz fraudes em atestados e receitas médicas

A falsificação de documentos médicos é muito mais comum do que você imagina. E os números não nos deixam mentir: cerca de 30% dos atestados médicos emitidos no Brasil são falsos!

Vale lembrar, entretanto, que reproduzir a grafia de uma assinatura é bem simples e, mais simples ainda é encontrar um lugar para comprar carimbos e sair por aí emitindo atestados falsos.

Essa prática vai desde pesquisar no Google “como falsificar atestado médico” até a comercialização de documentos médicos por valores relativamente baixos.

Em uma busca rápida, você pode encontrar um atestado falso por menos de R$50,00 na internet!

A realidade seria outra se você utilizasse uma assinatura digital para médicos, como exemplo, com um QR Code. Não é fácil falsificar um documento assinado com senha, Token, PIN etc.

Nesse contexto, a assinatura digital é a solução para reduzir fraudes de receitas e atestados. Por conta da criptografia e segurança de ponta, dificilmente um atestado assinado digitalmente vai apresentar algum tipo de irregularidade.

3. Ajuda a diminuir os custos da sua clínica

Diminuir custos em clínicas é, sem dúvidas, um grande desafio para seus gestores. Afinal, como cortar gastos sem impactar a qualidade dos atendimentos e procedimentos médicos?

É um trabalho árduo, mas que gera resultados incríveis para o seu negócio! Pensando em preparar o terreno, colocar a mão na massa e alcançar bons resultados? Não se esqueça da automatização de processos.

E, para isso, a assinatura digital é fundamental. Você corta gastos com papel, tintas para impressão e armazenamento físico.

Pense que você ainda pode ganhar um dinheiro extra alugando o espaço onde antes ficavam os documentos físicos ou ampliar este espaço para um novo consultório.

Mais do que apenas reduzir os custos da sua clínica, a assinatura digital também contribui para a preservação do meio ambiente, dispensando o uso excessivo do papel, por exemplo.

Concorda que a assinatura digital, nesses casos, é uma poderosa ferramenta para redução de custos?

4. Aumenta a produtividade da sua equipe

Mais um ponto interessante é como a tecnologia contribui para a produtividade dos seus colaboradores.

Um estudo feito pelo Gartner Research relaciona o aumento da produtividade de uma equipe ao grau de tecnologia que ela utiliza. Falar sobre esse assunto é importante para o crescimento e desenvolvimento da sua clínica.

Por exemplo, se a sua equipe médica já utiliza o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), você tem fluxos mais rápidos e objetivos. E a modernização dos serviços prestados no seu negócio será consequência disso.

De acordo com Gustavo Brant, vice-presidente de vendas da DocuSign no Brasil, uma “melhor eficiência dos processos pode levar a um crescimento de mais de 60% na produtividade da empresa”.

Agora, imagine a possibilidade de assinar laudos médicos a distância? Esse e outros processos podem ser otimizados só utilizando a assinatura digital.

5. Otimização do tempo

Esta última dica relaciona-se com todas as dicas anteriores, pois, quanto mais facilidades, melhor será a sua gestão de tempo.

Afinal, a assinatura digital não economiza só o seu dinheiro, economiza também o seu tempo de trabalho, que é bem precioso, né?

Só para ter uma ideia, com a assinatura digital, o seu negócio consegue reorganizar todo fluxo de trabalho para que ele se torne mais ágil e prático.

Você já pensou na possibilidade de gerir a sua agenda médica sem complicações? Ou até mesmo utilizar a prescrição online para agilizar a vida do seu paciente?

Quando pensamos em vantagens no uso da assinatura digital, o que ganha mais destaque, junto a segurança dos dados médicos, é a otimização dos processos médicos e gerenciais de uma clínica.

Gostou do nosso conteúdo? Então você vai se interessar por esses temas abaixo que separei especialmente para você. Vem dar uma olhadinha!

  1. 4 vantagens da certificação digital para médicos;
  2. Como fazer receita digital em 5 passos!
  3. Como fazer um laudo médico eficiente em 3 passos!

Perguntas frequentes:

Como é feita a assinatura digital?

Primeiramente, a assinatura digital só pode ser feita com um certificado digital, pois ela utiliza de uma tecnologia criptográfica para atestar e garantir a segurança das informações e validar os documentos assinados digitalmente.

Quais documentos podem ser assinados digitalmente?

Qualquer tipo de documento pode ser assinado digitalmente. Isso inclui os documentos da área da saúde, como atestados e receitas médicas até pedidos de exame e laudos médicos.

Qual a diferença entre a assinatura eletrônica e a assinatura digital?

A assinatura eletrônica nada mais é do que uma categoria em que a assinatura digital faz parte. Basicamente, é um termo mais amplo que engloba todos os meios de validação eletrônica.

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Gestão para clínicas

O que é medicina integrativa e qual a importância para a sua clínica?

A medicina integrativa é uma prática médica que visa ampliar o relacionamento entre médico e paciente. O paciente assume o protagonismo da própria saúde, ao invés de receber o tratamento passivamente, sendo essa, também, responsabilidade individual do paciente. 

A medicina integrativa reforça a importância na relação médico-paciente. Quer entender a importância da medicina integrada para a sua clínica? Continue a leitura e fique por dentro!

Inovações e abordagens alternativas estão cada vez mais presente no dia a dia de clínicas, assim, a medicina integrativa fica responsável por integrar humanização, acolhimento e respeito à relação médico-paciente.

Sem contar na possibilidade de alcançar os melhores resultados, afinal, a medicina integrada não beneficia apenas o paciente, como a clínica em um todo, desde o médico em consultório até o financeiro da sua empresa.

Ficou com vontade de saber mais sobre a medicina integrativa e como ela pode ajudar a melhorar os resultados na sua clínica?

Continue a leitura e implemente a medicina integrada no seu negócio ainda hoje!

Medicina integrativa: o que é?

Se você já ouviu falar que alguns problemas psicológicos podem causar doenças físicas, sabe que o contrário pode acontecer também, não é mesmo?

Ou seja, doenças como a depressão também podem causar problemas biológicos nos pacientes, como exemplo, a taquicardia ou náuseas. 

Pesquisas apontam que a depressão está presente em 29% dos pacientes diagnosticados com câncer. Isso quer dizer que pacientes oncológicos chegam a desenvolver, também, problemas de saúde mental.

Nesse sentido, a abordagem é importante para cuidar de forma integrada de cada paciente em todos os seus aspectos: físicos, mentais e emocionais. 

Ainda mais, focado no paciente como um todo e cuidando de todas as áreas, sejam elas físicas, mentais e emocionais.

E como a medicina integrada está inserida neste contexto? De forma simples, em conjunto com a medicina tradicional oferecendo ao paciente soluções como:

  • Sessões de meditação;
  • Técnicas de respiração;
  • Atenção plena;
  • Medicamentos fitoterápicos.

Além disso, demonstrar o quanto o paciente é importante contribui, e muito, para o processo de cura.

Como funciona a medicina integrativa?

Como já foi dito, o princípio da medicina integrativa é focar no paciente como um todo e não apenas no problema em si. Com essa estratégia você abrange todas as necessidades dos pacientes, sem deixar nada de fora.

Antes de tudo, a medicina integrativa funciona de maneira simplificada e pode ser facilmente aplicada à rotina da sua clínica médica.

Do mesmo modo que o acolhimento ao paciente se torna ainda mais humanizado, você coloca o indivíduo como participante ativo durante seu processo de tratamento. 

Mas, na prática, isso é possível? Como o médico pode dar os primeiros passos?

Para Carissa F. Etienne, Diretora Regional para as Américas da OMS, médicos dos Estados Unidos e Canadá já podem ser board-certified, ou seja, um diploma que comprova a experiência na especialidade de medicina integrativa. 

Já no Brasil e em outros países da América do Sul, a importância dessa estratégia já é uma realidade, sendo implementada entre as equipes de saúde. 

Em síntese, incentivar o paciente a ser participativo é o primeiro passo dessa prática.

Respeitanado as crenças e religiões que o indivíduo traz consigo, não se esquecendo de que as concepções individuais não podem interferir na conduta terapêutica. 

Veja a seguir o passo a passo para implementar a medicina integrativa na sua clínica!

1. Aromaterapia

A aromaterapia é uma conduta terapêutica que utiliza 100% de óleos essenciais puros para cuidar do bem-estar do paciente, com ênfase na harmonia tanto mental quanto física do paciente. 

Logo, a utilização da aromaterapia para tratamento de ansiedade, por exemplo, já é uma prática bem comum. Assim, seus benefícios são percebidos logo quando o paciente inala os princípios ativos presentes nos óleos.

2. Fitoterapia

Os medicamentos fitoterápicos possuem, em sua composição, um conjunto de princípios ativos que são obtidos por meio de partes de determinadas plantas, como raízes e folhas, por exemplo. 

Além disso, vale ressaltar que para usar esse tipo de medicamento é necessário ter bastante atenção e só utilizar medicamentos comprovados cientificamente! Para que, no fim, o paciente tenha uma melhora significativa com o seu tratamento.

3. Homeopatia

Não é novidade que a homeopatia é conhecida na prática médica há mais de 200 anos. Em suma, é baseada em uma prática milenar – Lei dos Semelhantes – criada por Samuel Hahnemann em 1796. 

A homeopatia é uma prática terapêutica que tem como foco o paciente, e não a doença. Sendo assim, em seu uso, são ministradas doses mínimas de medicamentos homeopáticos para evitar intoxicações, por exemplo. 

4. Acupuntura

Você tem ideia dos benefícios da Acupuntura? Essa prática milenar chinesa também é utilizada na medicina integrativa. Assim, a acupuntura estimula os pontos do corpo ao longo dos meridianos, de acordo com cada doença.

Como saber se a medicina integrativa é reconhecida pelo CFM?

Uma dúvida bem comum é o reconhecimento do Conselho Federal de Medicina (CFM) quanto à Medicina integrativa. E, sim, a prática é reconhecida pelo CFM.

Mas, não se engane. As práticas da medicina integrativa são permitidas desde que a sua segurança e eficiência tenha sido comprovada cientificamente.

Por meio da resolução 1.982/2012, o CFM decide reconhecer, ou não, as novas terapias.

"Para ser reconhecida, a terapia tem que ter resultados positivos em trabalhos científicos publicados por veículos idôneos e de credibilidade", é o que diz o Presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego), Erso Guimarães.

Além das terapias que já mecionamos, você também pode se deparar com outras como:

– Hipnose;

– Yoga,

– Medicina tradicional chinesa;

–  Tai Chi Chuan

Como a medicina integrativa humaniza o atendimento médico?

A humanização do atendimento visa estreitar ainda mais o relacionamento entre médico e paciente, ou seja, valoriza o olho no olho e a conversa amigável, a fim de enxergar o paciente bem além da doença. 

Antes de qualquer coisa, um dos principais pilares da medicina integrativa é o fortalecimento da relação paciente-médico.  

Para isso, você precisa seguir algumas dicas simples, mas que farão toda a diferença na sua relação com os pacientes!

– Ouça o que o seu paciente tenha a dizer;

– Demonstre interesse no problema;

– Tenha tempo suficiente para cada consulta;

– Priorize o conforto emocional do paciente;

Portanto, o ideal é: não tratar apenas a doença, mas ter uma visão ampla da vida emocional do paciente e tudo o que isso engloba.

Quais são os benefícios da medicina integrativa?

Amplia o relacionamento com pacientes


Mantém o foco no paciente de forma individualizada. As abordagens centradas na pessoa melhoram muitos outros fatores para a clínica, como a experiência do paciente e qualidade no atendimento médico.

Melhora a qualidade de vida do paciente


Oferece as melhores condutas terapêuticas para oferecer mais qualidade e eficiência no tratamento.

Em poucas palavras, são totalmente vantajosos para o processo terapêutico do paciente.

Redução de custos medicamentosos


De longe, esse é o benefício mais interessante, não é mesmo? Tanto para a clínica quanto para o paciente. Afinal, com a medicina alternativa reduz-se o uso de medicamentos durante o tratamento. 

Prevenção de doenças


A medicina integrativa é, também, uma grande aliada na prevenção de doenças. Assim como a
medicina preditiva, que visa a prevenção antes que o paciente desenvolva algum problema, a medicina integrada, por focar no paciente em todos os âmbitos, cumpre esse papel.

Onde estudar medicina integrativa?

Separei uma lista de cursos e especializações em medicina integrativa que tem, em média, 17 meses de duração.

-> Bases de Saúde Integrativa e Bem-Estar: este é um curso oferecido pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, referência no mercado!

->Pós-graduação em Medicina Integrativa: oferecido pela PUC-Rio, é uma boa alternativa para quem busca uma especialização na área.

-> Curso de Especialização Práticas Integrativas em Saúde: Ampliação da cultura de cuidado: Ofertado pela Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP, este curso de especialização aborda a teoria e a prática que você precisa!

Perguntas frequentes:

O que é medicina integrativa?

A medicina integrativa é uma prática médica que visa ampliar o relacionamento entre médico e paciente. Em poucas palavras, é responsável por melhorar a relação do médico com o paciente.

Qual a importância da medicina integrativa?

O princípio da medicina integrativa é focar no paciente como um todo e não apenas no problema em si. Isso significa que sua importância abrange todas as necessidades dos pacientes.

Quais são os benefícios da medicina integrativa?

Um dos principais benefícios da medicina integrativa é o acolhimento humanizado dos pacientes.

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Tecnologia para clínicas

Totem para clínica médica: um guia completo de uso!

Um totem para clínica médica é uma ferramenta que proporciona organização e estruturação no atendimento através da possibilidade de o próprio paciente retirar senha para um procedimento, realizar pagamento, fazer check-in e muito mais sem a ajuda de um funcionário, impactando, assim, a experiência do paciente. 

Você conhece e sabe para que serve o Totem de Atendimento. Agora, nós te contamos as principais vantagens de ter um na sua clínica, garantindo mais agilidade e personalização de atendimento! 

Um problema em comum que empresas de atendimento presencial ao público podem passar é em relação ao gerenciamento de filas. Isso, é claro, inclui clínicas e consultórios.  

Celeridade e eficiência, em conjunto, são as palavras de ordem para boas gestões! Juntas, elas podem mudar o jeito como os pacientes avaliam o atendimento.  

Filas de espera muito grandes e mal organizadas geram insatisfação, desistência e muitas reclamações, impactando negativamente o relacionamento entre clínica e pacientes. E, aqui entre nós, ninguém gosta de ficar horas em filas, né? É aí que o totem para clínica médica entra!  

Basicamente, ele se tornou o queridinho de instituições com alta rotatividade, como bancos e aeroportos, por causa da eficiência no direcionamento dos clientes. Mas, engana-se quem acha que o totem funciona apenas em casos como esses dois citados. 

Muitas clínicas já começaram a investir nessa estratégia, que se mostrou tão essencial quanto o uso de um bom software médico, para modernizar o atendimento e melhorar a experiência do paciente. 

Prático, rápido e sem filasAssim pode ser o seu atendimento com o auxílio do totem para clínicas médicas. Então, por que não facilitar ainda mais a vida do seu paciente aderindo ao uso?  

A seguir, descubra mais detalhes sobre o totem, seu funcionamento e suas vantagens! 

O que é um totem para clínica médica?

Antes de prosseguirmos, é importante entender que o totem é uma máquinacomposta por um hardware e um software, utilizada para solucionar as necessidades do cliente sem a ajuda de um funcionário para isso. 

Seu funcionamento se dá a partir de um sistema moderno e sofisticado criado para gerenciar filas de espera em empreendimentos que lidam com o público. 

Com toda a certeza, você já viu essa tecnologia em algum lugar, como: 

– Fila de bancos; 

– Bilheteria de cinemas; 

– Supermercados; 

– Restaurantes; 

– Caixa do estacionamento; 

E por aí vai! 

princípio este equipamento foi pensando como uma maneira de realizar a triagem dos clientes com um pré-atendimento. Atualmente, os totens são capazes de oferecer um atendimento completo ao cliente.   

Para clínicas, o totem é um dispositivo instalado geralmente na recepção, onde o paciente escolhe o serviço desejado com apenas alguns toques na tela.  

Ou seja, ele representa uma alternativa para tornar a fila de espera da recepção bem menos estressante para os seus pacientes.  

Sem contar que é essencial para o processo de digitalização da sua clínica ou consultório médico, tornando todo processo mais ágil e rápido.  

Como funciona o totem para clínica médica?

A partir de um simples toque na tela, o paciente escolhe a opção de serviço que deseja, seja agendamento de consulta, resultado de exames, remarcações, ou qualquer outra que você disponibilize. 

Quando o paciente escolhe a opção de atendimento, o totem direciona para a fila correta, de acordo com o serviço que ele busca. Também há a alternativa de diferenciar filas entre atendimento comum e prioritário.  

Cada um desses detalhes significa ganho imenso tanto para a clínica quanto para o paciente! 

Se você quiser sofisticar ainda mais a sua recepção, pode utilizar um monitor interativo, onde o paciente, além de ouvir, poderá ver o seu nome e a sala para a qual precisa se dirigir.

Juntando os dois, fica bem fácil modernizar o seu consultório sem perder a qualidade do atendimento 

Mas, não se deixe enganar, um totem pode fazer muito mais do que apenas emitir senhas! E, com toda a certeza, você deve explorar as outras funcionalidades.  

LEMBRETE: Colocar o totem em locais inteligentes na clínica facilita o uso, reduzindo as chances de o paciente não ver que existe essa possibilidade de atendimento. 

Dê preferência de posicioná-lo logo na entrada, para que fique estrategicamente posicionado no campo de visão do paciente. 

Vantagens no uso de um totem para clínica médica:

Sempre que falamos aqui sobre gestão de clínicas e consultórios médicos, uma das primeiras dicas que damos sobre o que fazer é: investir na tecnologia. 

Logo, não é preciso ser nenhum gênio para saber que a tecnologia tem revolucionado a forma de fazer medicina no mundo.  

Você não precisa mais controlar a rotina da sua clínica com papel e caneta. Os softwares médicos, exemplo ideal de ferramentas que contribuem para gestão de clínicas, já otimizam em até 70% a rotina do médico 

Então, confira as vantagens de utilizar um serviço de totem na sua clínica médica! 


Redução de filas e tempo de espera:

Como já dissemos aqui, longas esperas e filas ineficientes podem gerar um alto grau de insatisfação nos seus pacientes, ainda mais se o gerenciamento desse processo for feito à moda antiga, ou seja, manualmente.  

Nada mais frustrante do que ficar bastante tempo esperando na fila para resolver coisas simples, como emitir uma senha para aguardar um atendimento. 

Esse pode se tornar um motivo para o seu paciente pode não retornar à sua clínica e isso é uma coisa que ninguém quer 

Quanto mais ágil e otimizada for a recepção da sua clínica, melhor será a experiência que esse paciente terá com o seu negócio.  

O totem é uma das ações e itens que podem deixar o cliente satisfeito com o tempo de espera reduzido até a conclusão do seu atendimento.

Destaque entre concorrência:

Nós citamos no início do texto que a experiência do paciente deve ser priorizada acima de tudo. Hoje, apenas a relação custo-benefício não é suficiente para atrair novos pacientes e fidelizar os que você já tem. 

De acordo com a Demografia Médica 2020, o Brasil viu seu número de médicos saltar de 230.110 para 502.475 em 20 anos. Nesse mar de novos profissionais, como fazer para estar em destaque? 

A resposta é simples: apostando na modernização do seu negócio! Você não pode deixar passar em branco a oportunidade de impactar positivamente o seu paciente.

Então, um consultório moderno e automatizado passa a sensação de segurança e credibilidade para o seu paciente. 

Produtividade da equipe:

Um totem para clínica médica impacta diretamente na jornada do paciente, já que ele pode solicitar uma senha para agendar um exame, por exemplo, e você não precisa disponibilizar recursos humanos para isso.  

Ou seja, por ser muito simples de usar, o sistema de totem dispensa todo e qualquer contato humano. Assim, os seus colaboradores podem se dedicar a outros processos, cuidar de outras etapas das da jornada para aumentar a satisfação do paciente 

Diminuição de custos operacionais

Se você está se perguntando se o totem pode te ajudar a reduzir custos, a resposta é: sim!

Ainda que os gastos com matéria-prima, como papel e tinta para a impressão, possam parecer altos, a sua clínica elimina outros custos operacionais.  

Não há a necessidade de disponibilizar um colaborador para distribuir senhas, muito menos separar um funcionário para chamar os pacientes um a um.  

LEMBRETE: a hora do seu funcionário é valiosa! Se ele pode dedicar tempo e esforços a pontos mais complexos da sua gestão enquanto o totem faz esse papel de pré-atendimento, então, você tem um ganho financeiro ao utilizar melhor a expertise dele.  

Humanização do atendimento

Apesar dser evidente o bom proveito nos processos, um problema que pode surgir com o uso de novas tecnologias é a falta de humanização do atendimento médico 

Realmente um gerador de senhas comum pode criar uma barreira ao tratao seu paciente como letras e números, e não como um ser humano que é, prejudicando, então, o acolhimento desse indivíduo.  

Mas é totalmente possível escolher um que te permita ter um tratamento diferenciado. E esse totem, sim, consegue ajudar na evolução tecnológica sem perder o calor humano.  

DICA: integrar um gerador de senhas com um recurso de Chamada na TV, por exemplo, onde o paciente é identificado pelo nome na tela de uma SmartTV, vê para qual médico está marcado e para qual consultório deve se dirigir, otimiza, personaliza e humaniza ainda mais o atendimento.  

Melhor experiência:

O totem de atendimento é o preferido dos clientes por reunir, em um único lugar: liberdade de escolha e facilidade em pagamentos. E, o melhor, sem a interferência de um funcionário.  

E é aí que a mágica acontece!  

Pense comigo: é muito frustrante descobrir, no último minuto, que perdeu tempo na fila de espera errada. Com o totem, as categorias de atendimento podem ser diferenciadas e o paciente já é direcionado exatamente para onde tem de ir.  

Mais do que isso, o totem é sinônimo de menos filas, menos espera, mais satisfação e emancipação para o seu paciente. Assim fica fácil oferecer uma experiência memorável para o seu paciente desde o pré-atendimento!

Modelos de Totem para clínica médica

Esse é um modelo que a Feegow oferece para você, mas vale lembrar que o totem precisa ser totalmente personalizável para que: 

-> seja possível segmentar os atendimentos; 

-> direcione corretamente o paciente; 

-> agilize a recepção da sua clínica 

-> ajude os funcionários a atender só quem precisa. 

Gostou do nosso conteúdo? Fale com a gente como esse tema ajudou a potencializar os resultados da sua clínica!

Perguntas frequentes:

O que um totem para clínica médica pode fazer para o meu negócio?

totem é sinônimo de menos filas, menos espera, mais satisfação e emancipação para o seu paciente. Assim fica fácil oferecer uma experiência memorável para o seu paciente desde o pré-atendimento. 

Como o autoatendimento beneficia o meu paciente?

totem para clínica médica é uma alternativa inteligente para tornar a fila de espera da recepção bem menos estressante para os seus pacientes.  

O que avaliar na hora de escolher o totem de autoatendimento?

Antes de fechar a parceria com um fornecedor não se esqueça de avaliar a credibilidade da marca. Afinal, o totem pode ser o único contato do paciente com a sua clínica, então, precisa cumprir todas as funções com segurança e confiabilidade.  

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Gestão para clínicas Tecnologia para clínicas

Como controlar estoque de medicamentos?

O estoque medicamentos pode ser uma área nem sempre lembrada diante de outras na gestão de uma clínica, mas saber controlá-lo é essencial para manter a lucratividade da sua clínica. Isso porque o desperdício e falta de sistematização podem levar à queda do faturamento.  

Pense se você já se viu em algumas dessas situações:  

  • Investiu na compra de medicamentos e, no fim, não conseguiu vendê-los porque passou da data de validade? 
  • Errou a conta e acabou comprando mais estoque de um produto do que o necessário?  
  • Encontrou erros na contabilização do inventário?  

Apesar de parecerem até impossíveis de acontecer, alguns erros são mais comuns do que imaginamos. Esses citados acima são apenas alguns deles.  

Lidar com compra e distribuição de produtos e diferentes insumos diariamente é uma tarefa que possui suas complexidades e erros podem acontecer com qualquer um, incluindo você. 

Você vai encontrar diversas dicas por aí sobre como evoluir na gestão do seu estoque. Neste post decidi listar 5 pra você, que são simples e práticas para aplicar no dia a dia da sua clínica médica!

Seja você é alguém iniciando agora a sua carreira na área médica ou um gestor mais experiente, esse passo a passo vai te ajudar!  

Com essas dicas você alcançará resultados impressionantes e, já adianto, uma grande economia para o seu bolso no fim do mês. 

Vamos lá? 

5 dicas práticas para controlar estoque de medicamentos:

Se você quer atingir bons resultados no seu negócio e parar de desperdiçar dinheiro com erros evitáveisnão pode se dar ao luxo de ignorar nenhuma delas. 

Aqui estão as 5 dicas para melhorar o estoque de medicamentos da sua clínica. Lembrando que a teoria é importante, mas nada é mais efetivo do que colocar a mão na massa, não é mesmo? 

1. Dê mais atenção às movimentações de entrada

A primeira dica já é sobre o primeiro passo na jornada de controle de medicamentos: a entrada do produto no estoque! 

Você vai reparar que tudo isso é sistêmico, uma coisa sempre irá afetar o funcionamento da outra.  

Imagine os danos que podem ser causados se você deixar de registrar a entrada de um medicamento. 

Em uma situação assim, como saber se o insumo ainda está no estoque no momento que precisar? Ou descobrir quanto de lucro se obteve com o repasse deste produto? 

Por isso, é tão importante manter a organização das entradas de medicamentos, para que erros como esse não atrapalhem sua gestão e, consequentemente, o seu financeiro. 

Dica extra: no ato da entrega dos produtos realize a conferência imediatamente, para que você se assegure de ter recebido tudo o que constava no pedido.  

2. Controle os lotes e as datas de vencimento

Para que você risque o desperdício de vez da lista de erros que podem acontecer na sua clínicaé essencial controlar os lotes e os vencimentos do estoque 

Essa ação, que pode parecer pequena, mas tem imensa importância, é imprescindível para evitar prejuízos futuros.  

Em números, você controla uma perda e tanto para o faturamento da sua clínica. Impactando, sobretudo, a qualidade do atendimento ofertado aos pacientes.  
 
Nada de se deparar com produtos já vencidos ou esbanjar recursos por conta da falta de organização e controle. Fuja da má gestão do estoque!

3. Faça inventário com frequência

Você já sabe que realizar levantamento de todos os itens do seu estoque é necessárioMas pense aí nesse exato momentocom qual regularidade você faz seus inventários? 

Uma coisa que nem todo mundo sabe é que o ideal é preparar a checagem mensalmente. Não deixe para fazê-la uma vez ao ano.  

Dessa forma, você entende o fluxo de movimentação, identifica o que precisa ser alterado e consegue realizar modificações necessárias.  

Nesse processo, você pode utilizar planilhas com o objetivo de organizar as informações, apostar em relatórios e não esquecer de analisá-los depois! 

4. Planeje suas compras com cuidado

planejamento de compras é indispensável para diversas situações

O gestor que conhece detalhadamente o fluxo do seu estoque, planeja melhor a compra dos medicamentos. 

Com essa visão, é possível dar preferência à compra de produtos abaixo do mínimo no estoqueescolher o melhor momento para compra dos itens, comparar preços, saber quando é viável deixar de comprar algo, e por aí vai. 

As consequências desse planejamento são, por exemplo, prever se falta algum item básico para realizar um atendimento, evitar gastos desnecessários e extrair o melhor dos recursos disponíveis.

Dica extraPense sempre em reduzir custos! Ao mesmo tempo que você investe na sua clínica, use estratégias para enxugar alguns gastos e aumentar a lucratividade do seu negócio.   

5. Invista na tecnologia e automatize processos

Agora que você sabe porquê manter o estoque de medicamentos sob controle, não dá para incluir isso em seu dia a dia e realizar todo o processo com papel e caneta, né? 

Com a rotina acelerada de clínicas e consultórios, você pode não dar conta de anotar tudo e correr riscos de deixar as informações de lado. 

Uma forma de evitar todo esse transtorno é investir na automatização de processos. E não importa se a sua clínica tem alta rotatividade de pacientes ou se ainda está conquistando os primeiros clientes. 

Para que você escolha um bom software médico para o seu negócio, tenha atenção a alguns detalhes, por exemplo: 

Não se engane: esse processo não se aplica somente a clínicas de grande porte, consultórios de médio e pequeno porte também devem se preocupar com o estoque de medicamentos.

Gostou do nosso conteúdo? Separei mais alguns temas para te ajudar a ter o estoque de medicamentos na palma da mão! Vem conferir! 

  1. Como escolher o melhor software médico? 
  2. Tecnologias que podem ajudar a rotina de um médico; 
  3. 8 erros no controle de estoque para clínicas que você deve se atentar! 
  4. Vantagens de usar o prontuário eletrônico. 

Perguntas frequentes:

Como fazer o controle de estoque em clínicas?

Você pode usar desde planilhas de controle de estoque em Excel, como também os softwares de gestão para médicos. As duas medidas são responsáveis por registrar as informações e facilitar o acesso a elas. 

Por que realizar o controle de estoque de medicamentos?

Uma má gestão dos medicamentos em seu estoque pode prejudicar o faturamento da sua clínica e será difícil fechar as contas no fim do mês. Ter controle sobre o seu estoque impacta diretamente o financeiro do seu negócio.  

Para que serve o controle de medicamentos em clínicas?

As boas práticas no controle de medicamentos evitam a perda de faturamento médico, pois, em muitas vezes, é através do desperdício que se perde dinheiro. Por isso, ter controle é sinônimo de lucratividade. Quanto menor o prejuízo, maior será a sua receita.  

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