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Marketing Médico

5 perfis de médicos no Instagram para você se inspirar!

Quer dicas de Instagram de para médicos ainda potencializar a sua agenda médica? Confira o post na íntegra! 

Atrair mais pacientes, fidelizar os já existentes e se tornar referência em seu mercado de atuação pode ser o que motiva profissionais de saúde a investirem no Instagram.  

Uma pesquisa apresentada pelo DATAREPORTAL de 2020 aponta que existem mais de 140 milhões de brasileiros ativos nas redes sociais. O Instagram, por exemplo, reúne mais de 95 milhões de usuários, sendo, portanto, a 4ª rede social mais usada no Brasil.  

Com esse número expressivo de pessoas que usam as redes sociais, fica evidente a importância delas para qualquer estratégia de marketing. 

Seja para promover o seu negócio ou fortalecer a sua marca pessoal, as mídias sociais são ferramentas indispensáveis para que você alcance ótimos resultados. 

Quer criar o seu perfil no Instagram, mas não sabe por onde começar? Veja a lista de perfis de médicos no Instagram para inspirar e tirar a sua estratégia de marketing médico do papel! 

Vamos nessa! 

5 perfis de médicos no Instagram que vale a pena se inspirar!

1. @saiacomsaia e @saudedamulher

Se o que você quer saber é como produzir conteúdo sem violar as regras de publicidade médica estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), já passou da hora de conhecer os perfis administrados pela Dra. Laura Lúcia, ginecologista e obstetra, residente em Foz do Iguaçu.  

E não é só nas redes sociais que a Dra. Laura Lúcia compartilha conteúdo relevante para o seu público e faz sucesso.

Com um canal no Youtube que reúne mais de um milhão de inscritos, podemos encontrar vários vídeos com dicas sobre saúde íntima feminina e gravidez que alcançam e conversam com mulheres de diferentes idades.  

A Campanha Saia com Saia, por exemplo, foi organizada e criada pela Dra. Laura Lúcia, com o objetivo de mostrar a todas as mulheres que usar saia faz bem e melhora, e muito, a sua saúde.  

Esse tipo de conteúdo pode atrair muita visibilidade para o seu perfil. Já pensou em ter um canal no Youtube e distribuir vídeos que ajudam os seus pacientes? Por que não inovar e fazer diferente assim como a Dra. Laura Lucia? Pense nisso! 

2. @drdiogocoelho

Se você está em busca de um feed organizado esteticamente, não deixe de conferir o perfil do Dr. Diogo Coelho no Instagram. 

Investindo em um feed harmonioso, com uma paleta de cores bem definidas, este é um perfil incrível para você seguir e se inspirar!  

Esse perfil também investe em outros formatos de distribuição de conteúdo, como o IGTV, em que é possível publicar vídeos mais longos e sobre variados assuntos.  

Seja publicando trechos de entrevistas ou vídeos explicativos, o Dr. Diogo está mais do que atraindo pacientes para a sua clínica, ele está garantindo que cada vez mais pessoas confiem em seu trabalho.   

Durante o Webinar que a Feegow fez com a Dra. Anna Januzzi ficou clara a importância de se ter estratégias eficientes para alcançar mais pacientes para a sua clínica. Confira aqui! 

Com tanta delicadeza, transparência e cuidado com as informações que compartilha com seus pacientes, dá vontade de marcar uma consulta com o Dr. Diogo! 

3. @ericamantelli

A Dra. Erica Mantelli é ginecologista, obstetra e especialista em Saúde Sexual. Também é Embaixadora da Revista Crescer, mãe da Giulia e da Isabella.  

No perfil da Erica, você vai encontrar dicas sobre saúde da mulher, gravidez e mitos e verdades sobre o sexo e, o melhor, dentro dos padrões estabelecidos pelo CFM.  

Para quem está começando a divulgar o próprio trabalho nas redes sociais, vale muito a pena dar uma olhadinha no perfil do Instagram da Dra. Erica para se inspirar! 

Você vai aprender a: 

  • Divulgar o seu trabalho; 
  • Se comunicar de um jeito simples; 
  • Inspirar confiança no seu público. 

Ah, vale lembrar que, no marketing médico, nem tudo é permitido! O médico não deve, em hipótese alguma divulgar algum tipo de tratamento milagroso ou postar fotos de antes e depois de seus pacientes.  

Para relembrar as normas de ética de Publicidade Médica, clique aqui.  

4. @leonardozapata.neurocirurgia

Se você acha que, por ter uma especialidade bem de nicho, não deve usar as redes sociais para divulgar o seu trabalho, você está enganado!  

Certamente, há algumas especialidades que ganham mais destaque, como por exemplo, a cirurgia plástica e a nutrologia.  

Entretanto, isso não quer dizer que outras especialidades não devem utilizar as mídias sociais para atrair pacientes para o seu consultório. O que determinará o seu sucesso é exclusivamente o conjunto de estratégias escolhidas por você.  

Você não precisa conversar apenas com os seus colegas de profissão! Você pode usar hashtags e ver a magia acontecer! O que vale é a criatividade na hora de distribuir o seu conteúdo no Instagram. 

E o perfil do Dr. Leonardo García-Zapata está aí para comprovar esse fato! Ele é neurocirurgião e utiliza o seu Instagram para compartilhar conhecimento sobre a área, além de dicas para alcançar uma vida mais saudável.

Além do perfil de Instagram para médicos, o Dr. Leonardo também tem um blog. Outra estratégia de marketing indispensável para quem quer atrair mais pacientes e melhorar o relacionamento com os que já têm por meio da produção de conteúdo.  

Se o que você quer é manter o seu perfil organizado, seguir uma linha editorial, apostar na paleta de cores e demonstrar um ar de profissionalismo a todo o momento, nada melhor do que conhecer o perfil do Dr. Leonardo García-Zapata! 

É muita sofisticação em um perfil só! 

5. @dr.rodrigorosa

Dr. Rodrigo Rosa é um ginecologista obstetra especializado em Reprodução Humana. 

Seu perfil conta com mais de 450 mil seguidores, onde divulga dicas sobre fertilidade e gravidez, principalmente para quem busca engravidar. 

Ele aposta em vídeos e caixinhas de perguntas nos stories, o que rende um bom engajamento e interação com o público.

Portanto, lembre-se sempre de interagir com os seus pacientes, seja por meio de perguntas ou respondendo aos comentários nas postagens. 

Sabemos que a rotina médica é agitada e impossibilita o médico de estar sempre respondendo a mensagens no Instagram.  

Mas, para isso, você pode contar com parceiros, que monitoram as suas redes atendendo as solicitações e dúvidas do paciente, como também cuidam da estratégia de marketing certeira para que você atraia muito mais pacientes 

Conheça as vantagens do Feegow Marketing! Um serviço de marketing digital para médicos oferecido pela Feegow com foco em resultados e alta performance! 

Perguntas frequentes:

O que é marketing médico?

O marketing médico é tudo aquilo que você utiliza como mecanismo de atração, relação e fidelização de pacientes, bem parecido com as estratégias de marketing tradicional, mas que precisam respeitar as normas de publicidade médica do CFM. 

Como criar um perfil de sucesso no Instagram?

Preencha todas as informações que a rede social solicita, publique seus conteúdos, como vídeos, fotos e textos, e interaja com o seu público. 

Como divulgar consultório médico?

Uma boa forma de divulgar o seu consultório é por meio das redes sociais. Tenha atenção ao definir as estratégias de marketing, como persona, distribuição do conteúdo e regras de publicidade médica.  

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Gestão para clínicas Tecnologia para clínicas

[Guia] Como fazer a gestão de equipamentos hospitalares?

A gestão de equipamentos hospitalares precisa ser definida como prioridade na rotina de empreendimentos em saúde. Descubra o porquê! 

A organização é indispensável para um atendimento médico de qualidade, por isso a boa gestão de equipamentos hospitalares, que estão presentes em seu dia a dia, deve ser prioridade no seu negócio.   

O motivo principal para o aumento dos gastos em saúde no mundo todo é a má gestão de equipamentos hospitalares (EMH). Esses dados são de uma pesquisa realizada pela Faculdade de Saúde Pública da USP. 

Mas há quem ande na contramão dessa estatística e já entende que gastar menos e melhor deve ser objetivo de qualquer gestor da área da saúde.   

Inicialmente, o desafio pode ser grande, já que, com a rotina acelerada de clínicas médicas, o controle sobre os equipamentos é, muitas das vezes, deixado de lado, prejudicando diretamente o faturamento da clínica 

Assim como os seus pacientes merecem toda a sua atenção e dedicação, esses dispositivos médicos precisam de cuidado, manutenção, reparos e prevenção contra de perdas.! 

Para te ajudar a alcançar uma boa gestão de EMH e, de quebra, reduzir custos na sua clínica, reunimos nesse guia bem prático e intuitivo com tudo o que você precisa saber para cuidar bem do seu patrimônio.  

Confira!

O que são equipamentos médicos hospitalares?

Os equipamentos hospitalares são equipamentos médicos usados para fins de diagnóstico, tratamento, reabilitação, estética e monitoramento de pacientes.  

Esses equipamentos hospitalares vão desde o mobiliário da sua clínica, (como as macas, mesas cirúrgicas e camas) até a tecnologia que você usa em equipamentosequipamentos mais ou menos tecnológicos. (como ultrassom, medidor de pressão arterial etc.).   

Sendo assim, os equipamentos hospitalares são essenciais para o bom funcionamento de uma clínica, pois: 

(1) Melhoram diretamente a qualidade de vida do paciente; 

(2) Ajudam na precisão de diagnósticos e tratamento médico. 

E não importa se você é dentista, fisioterapeuta, clínico geral: você, com toda certeza, vai lidar com um equipamento hospitalar ao longo da sua carreira médica.  

Quer entender quais são os tipos de equipamentos disponíveis no mercado? Continue a leitura! 

Quais são os tipos de equipamentos médicos hospitalares disponíveis?

Entender que toda ação médica é voltada para o bem-estar e qualidade de vida dos pacientes é essencial para a gestão de qualquer área do seu negócio.  

Por isso, pensar em quais são os diferentes tipos de equipamentos hospitalares é fundamental para que a gestão seja feita por completo e de maneira eficiente.  

Cada um apresenta uma função diferente, mas podem ser utilizados em conjunto com o objetivo de promover o acesso à saúde e cuidado centrado exclusivamente no paciente.  

Veja quais são os dispositivos médicos! 

Equipamento de diagnóstico:

Como o nome já diz, são utilizados para fins de diagnóstico. É qualquer tipo de equipamento médico usado no dia a dia de clínicas e consultórios para avaliar a condição de um paciente.  

Pense comigo: o paciente chega ao consultório e descreve os seus sintomas, para encontrar o diagnóstico correto você recorre a exames.  

Isso significa que os equipamentos usados por você para alcançar o diagnóstico do paciente são considerados equipamentos de diagnóstico. 

Equipamento Médico Durável (DME):

Esses equipamentos são usados para oferecer benefícios terapêuticos ao quadro clínico apresentado pelo paciente. 

Um Equipamento Médico Durável (DME) deve ser: 

  • reutilizável; 
  • durável para uso recorrente; 
  • prescrito por um médico;  
  • adaptado para o cuidado do paciente tanto na clínica quanto em domicílio; 

Equipamento de Tratamento:

Esses são focados em tratar uma condição que o paciente se encontra. Ou seja, são aqueles equipamentos que você utiliza no tratamento de pele do seu paciente, caso a sua especialidade seja dermatologia, como exemplo.  

Além disso, você pode realizar uma busca por cada equipamento médico direto no Portal da ANVISA, basta clicar em Produtos para a Saúde.  

Equipamento de Suporte à Vida:

O nome é bem sugestivo e significa isso mesmo: equipamentos que dão suporte ao paciente, mantendo a sua função corporal e bem-estar.  

Sabe quando o paciente sofre uma parada cardíaca e é preciso realizar a ressuscitaçãodesfibrilador que é usado para reanimar esse paciente é um equipamento de suporte à vida.  

Mais um exemplo são os ventiladores pulmonares, muito utilizados no tratamento de casos mais graves da Covid-19, esse também é um equipamento de suporte à vida.  

Principais desafios na gestão de equipamentos hospitalares

A gestão em saúde, como um todo, apresenta muitos desafios para os médicos gestores. Certamente, a gestão de equipamentos hospitalares exige que você tenha um controle minucioso dos dispositivos médicos. 

Lembre-se de que não adianta só comprar o equipamento e usá-lo. Uma gestão eficiente deve considerar a calibração, manutenção, reparo, treinamento de uso e muito mais.  

Por isso, conscientizar a sua equipe sobre os cuidados básicos ao manusear os aparelhos resolve em grande parte os problemas causados por uma má gestão dos EMH.  

É um desafio, sem dúvidas, mas necessário para que você possa garantir a segurança do paciente, a eficácia do tratamento e a qualidade dos serviços prestados na sua clínica. 

A Resolução RDC nº 2, de 25 de janeiro de 2010 (BRASIL, 2010b), orienta que os serviços de saúde devem elaborar e implantar um Plano de Gerenciamento para cada tecnologia utilizada no serviço, incluindo todos os equipamentos. 

As atividades que precisam ser desempenhadas por você e a sua equipe para garantir a boa gestão de equipamentos hospitalares são: 

(1) Qualificação: são operações realizadas e documentadas que comprovam que um equipamento foi corretamente instalado (de acordo com um protocolo previamente definido)e está funcionando conforme as especificações do fabricante, para que os processos realizados levem aos resultados esperados. 

(2) Validação: essa etapa é bem sugestiva, em que você comprova que os procedimentos e atividades, dentro de um processo, conduzem aos resultados esperados, de acordo com as especificações do item anterior, ou seja, do fabricante. 

(3) Calibração: compara a medição realizada de um ou mais parâmetros do equipamento com um determinado padrão de referência

(4) Verificações intermediárias:são operações periódicas que comprovam ou não a estabilidade metrológica de um equipamento ao longo de seu intervalo de calibração. 

De maneira geral, todos os equipamentos precisam estar qualificados antes de receberem seus pacientes. 

Outra dica importante é que a manutenção, calibração e limpeza não devem apenas serem feitas periodicamente, como também registradas.  

Importância da manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos

A manutenção, independentemente do seu caráter preventivo ou corretivo, deve estar sempre sob a atenção do médico gestor.   

Em outras palavras, a manutenção preventiva nada mais é do que identificar oportunidades de melhorias com o monitoramento constante dos produtos para a saúde.  

Já a manutenção corretiva, é o momento em que você precisa realizar reparos ou solucionar problemas o mais rápido possível, garantindo que o equipamento possa ser usado sem prejudicar a saúde e bem-estar dos seus pacientes.  

Dessa forma, quando você investe o seu tempo na elaboração de um planejamento de EMH, essas manutenções recorrentes serão a base para garantir a qualidade dos serviços oferecidos na sua clínica.  

5 dicas de gestão de equipamentos hospitalares para médicos

1. Faça um inventário:

Hoje, você sabe exatamente a quantidade de dispositivos médicos na sua clínica?

O primeiro passo, então, será fazer um inventário e descrever a quantidade exata dos EMH. É um processo indispensável para manutenção dos equipamentos. 

Para ter um caminho certo para seguir, você pode utilizar o modelo de inventário do Ministério da Saúde (MS). A organização oferece, inclusive, uma Manual de Gestão de Equipamentos Médicos Hospitalares que vale muito a pena ler! 

Apesar de parecer uma tarefa complicada, na verdade, é um processo muito simples. Afinal, você pode automatizá-lo registrando todos os seus equipamentos em um software médico, como o Feegow Clinic 

2. Gerencie os espaços físicos:

Outro item importante da nossa lista é o gerenciamento eficiente dos seus recursos físicos 

Tudo aquilo relacionado ao espaço ocupado por esses equipamentos está relacionado ao gerenciamento de localização, isso vai desde as salas que você escolhe para alocá-los, as ferramentas utilizadas para isso, os equipamentos e a manutenção em si.  

Um espaço físico bem escolhido e estruturado garante a saúde não só dos seus funcionários, como também dos pacientes. 

Portanto, pense bem nisso quando estiver estruturando o seu plano de gestão de equipamentos hospitalares.  

3. Treine a sua equipe:

Você vai precisar de bons profissionais para manusear os EMHGerenciar os recursos humanos também é uma alternativa para a boa gestão de equipamentos hospitalares.  

Portanto, avalie algumas questões: 

  • Quantas pessoas são necessárias para usar esse equipamento?  
  • Quantos profissionais serão necessários para manuseá-lo? 
  • É realmente necessário contratar especialistas? 

 

Contar com profissionais capacitados é o segredo da satisfação dos seus pacientes. Nada mais justo, então, do que investir na capacitação dos seus colaboradores para entregar um atendimento de excelência no seu negócio.  

4. Faça uma boa gestão de recursos financeiros

Para obter sucesso em qualquer área do seu empreendimento, você vai precisar monitorar custos, gerenciar o seu orçamento e planejar muito! 

Isso inclui a gestão de equipamentos hospitalares porque esses dispositivos médicos vão necessitar de manutenção em algum momento e, se você quer fazê-los durar por muito tempo, o cuidado é essencial.  

Para isso, faça a análise preditiva e preventiva desses recursos. Isto é, crie a cultura de revisar e verificar os equipamentos na sua clínica periodicamente. Isso torna a manutenção mais efetiva e menos cara.  

5. Use a tecnologia

Esse passo a passo que listamos aqui pode ser facilmente automatizado com o uso das novas tecnologias aplicadas à saúde, também chamado de softwares médicos 

Basicamente, o sistema médico cuida de toda a burocracia do seu negócio para que você tenha mais tempo de cuidar do que realmente importa: a gestão da sua clínica. 

Com essa ferramenta você pode controlar com maior eficiência todos os processos que envolvem a operação do seu negócio e a jornada do seu paciente 

Você pode, inclusive, conhecer um pouco mais de tecnologia em saúde com o nosso eBook de Tecnologias Aplicadas em Clínicas Médicas, baixe o material gratuitamente clicando aqui. 

Por que ter uma agenda para os equipamentos da sua clínica?

Já precisou usar o aparelho de Raio-X em determinado horário, mas já havia um profissional utilizando o equipamento?  

Assim como os profissionais de saúde que atuam na sua clínica disponibilizam uma agenda com horários disponíveis, os equipamentos médicos hospitalares também precisam! 

Isso evita sobreposição de horários, atrasos e transtornos que toda essa confusão pode causar ao seu paciente.  

E, não pense que separar uma agenda só para o seu aparelho de Raio X vai dar mais trabalho para a sua recepção, muito pelo contrário, vai trazer ainda mais agilidade para a rotina da sua clínica. 

Feegow Clinic conta com mais de 7 tipos de agendas, e isso inclui uma agenda exclusiva para os seus equipamentos médicos, que podem ser atreladas às agendas dos profissionais responsáveis pelo manuseio do dispositivo, facilitando o dia a dia da sua recepção 

Perguntas frequentes:

Quais são os equipamentos hospitalares?

Os equipamentos hospitalares são classificados em: equipamentos de diagnóstico, equipamentos de suporte à vida, equipamentos de tratamento e Equipamento Médico Durável (EMD). 

Quais são os equipamentos de Suporte à Vida?

desfibrilador que é usado para reanimar um paciente é considerado um equipamento de suporte à vida. Assim como os respiradores, ou ventiladores mecânicos. 

O que é gestão de equipamentos médicos?

A gestão eficiente de equipamentos permite que você encontre possíveis falhas nos ativos da sua clínica. Isso inclui problemas do fabricante, entre outros.  

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Gestão para clínicas Notícias

10 livros de gestão que médicos empreendedores precisam conhecer!

A lista de livros que selecionamos vai te ajudar a dar os primeiros passos nesse novo mercado de médicos empreendedoresConfira! 

Ser médico empreendedor exige cada vez mais conhecimentos em administração, gestão de pessoas e marketing, já que, além de cuidarem de vidas, precisam garantir o crescimento saudável do seu próprio consultório.  

Você já conhece os desafios de empreender e ser dono do seu próprio negócio. E já sabe, também, que no ramo da prestação de serviços, você precisa aprender sobre gestão, marketing e finanças: coisas que não se aprende na faculdade de medicina.   

O mais importante a se frisar é que, além de cuidar dos seus pacientes, é preciso cuidar da gestão e saúde financeira do seu consultório. 

Isso quer dizer que o empreendedorismo em saúde é um mar cheio de oportunidades para quem quer realmente ajudar as pessoas e buscar melhores resultados para seu negócio 

Então, se o seu propósito é fazer a diferença no setor da saúde, não deixe de aplicar as dicas apresentadas neste post! 

Vamos lá? 

10 livros de gestão essenciais para médicos empreendedores

Para ajudar médicos empreendedores a aprimorar seus conhecimentos em administração de negócios, gestão de pessoas e estratégias de marketing, confira a lista de livros que sugerimos a seguir: 

1. Gestão de clínicas médicas ou consultórios, por Antônio Ribeiro

Com toda a certeza muita gente já te recomendou essa leitura, não é mesmo? Esse livro é um guia que todo médico empreendedor ou não, precisa conhecer.

Por isso é o primeiro da nossa lista!  

Você vai aprender a dar os primeiros passos na gestão da sua clínica ou consultório, abordando estratégias como: 

-> Gestão de pessoas; 

-> Fidelização e retenção de pacientes; 

-> Marketing médico; 

-> Até questões mais burocráticas como as normas do Conselho Federal de Medicina (CFM). 

Outros tópicos abordados nesse livro são: 

  • Atendimento e recepção; 
  • Comunicação eficiente com pacientes e funcionários; 
  •  Tecnologias aplicadas à saúde. 

Por conta do conteúdo completíssimo, esse livro é uma super indicação para quem está dando os primeiros passos para abrir o próprio consultório.  

2. Se Disney Administrasse seu Hospital, por Fred Lee

Essa é uma leitura indispensável para quem trabalha no ramo da prestação de serviços. Não é novidade que a Disney tem uma metodologia diferenciada no atendimento ao público. 

Fred Lee — autor do livro — foi recrutado pela Disney para um programa de treinamento por conta de suas experiências em ajudar hospitais a alcançar lealdade e fidelidade de pacientes e funcionários. 

O livro “If Disney Ran Your Hospital” de 2004, vendeu mais de 500 mil cópias, sendo traduzido para várias línguas, incluindo o português. 

Não há dúvidas de que um atendimento cada vez mais diferenciado é responsável por garantir a satisfação dos pacientes e levá-los a fidelização.  

Nada mais efetivo para garantir o encantamento dos seus pacientes como as dicas de um especialista na área, concorda? 

3. O jeito Disney de encantar os clientes, por Disney Institute

Mais uma leitura tendo como base o jeito Disney de entregar encantamento e magia aos seus clientes. 

O livro conta um pouco sobre as estratégias e práticas de negócios que a Disney aplica em seu dia a dia para entregar um atendimento excepcional ao seu público.   

Além disso, você se lembra de que mesmo sendo uma grande empresa, a Disney não está tão distante assim realidade da sua clínicaIsto é, os problemas são os mesmos em qualquer empresa. 

Este livro faz parte da nossa lista porque é indispensável para quem lida diretamente com o público. Certamente é o seu caso! 

4. Lições de gestão da Clínica Mayo

Mais um livro dessa lista que você não pode deixar de ler e aprender é sobre o modelo de gestão da clínica Mayo — referência mundial em saúde — com foco na experiência do paciente 

A clínica Mayo tornou-se referência por investir na relação médico-paciente. Isso quer dizer que, mais do que números ou estatísticas, a relação entre clínica e paciente deve ser de parceria. Oferecendo, então, um atendimento cada vez mais humano. 

Essa é uma leitura indicada para quem quer focar de uma vez por todas no cuidado centrado no paciente  

5. Perspectivas da Relação Médico Paciente, por Cyro Martins

Como você já deve saber, a relação médico-paciente é um dos pilares que constituem o atendimento médico.  

Não basta só entregar qualidade, é preciso estar disposto a ouvir o paciente e cuidar para que ele não se sinta acolhido só quando está dentro do consultório.  

Neste livro, o psicanalista Cyro Martins aborda diversas situações, comuns na rotina de clínicas e consultórios, e como lidar com elas de forma mais efetiva. 

Pensando nisso, o livro é indicado para quem quer se aprofundar nas melhores técnicas de cuidado do paciente. Sem contar que as abordagens também se estendem a sua equipe.  

Afinal, cuidar das pessoas deve ser a prioridade de qualquer negócio com foco em serviços.  

6. Repensando a Saúde: Estratégias para Melhorar a Qualidade e Reduzir os Custos, por Michael Porter

Se você quer aprimorar a qualidade do atendimento médico e evitar que problemas de gestão prejudiquem o crescimento do seu negócio, essa é uma leitura obrigatória. 

Nesse livro, Michael Porter aborda os principais dilemas da gestão em saúde não só do ponto de vista do médico, como também dos pacientes.  

O autor propõe que, para evitar que os problemas se tornem maiores do que já são, é preciso mudar o pensamento de como se fazer medicina. 

O livro é recheado de dicas de quem entende realmente do assunto: um especialista em estratégias, reconhecido mundialmente, carinhosamente apelidado de pai da estratégia moderna 

Vale muito a pena a leitura! 

7. Legislação profissional em saúde, por Nivea Cristina Moreira Santos

Quando falamos de gestão para médicos empreendedores e marketing em saúde, não podemos deixar de lado uma peça muito importante desse quebra-cabeça: a ética médica 

O mais importante aqui é: a saúde e o bem-estar do seu paciente devem ser prioridade da sua clínica ou consultório e enquadrar as suas ações dentro do código de ética médica é fundamental para se alcançar um atendimento médico com muito mais qualidade e totalmente humanizado.  

livro em destaque serve como um guia para que todas as ações administrativas – sejam elas financeiras ou de publicidade médica – estejam pautadas no Código de Ética em saúde 

Agora você não tem mais como errar! 

8. Arquitetura e planejamento na gestão da saúde – alinhando o conhecimento médico à administração do sistema de saúde, por Richard M. J. Bohmer

Mais uma leitura obrigatória aparecendo na nossa lista! 

Richard J. Bohmer, médico e professor da Harvard Business School, apresenta logo de cara o problema que gestores de saúde (sistema público e privado), profissionais, políticos e usuários dos sistemas de atendimento à saúde: “a saúde está em crise”. 

Para o autor, o principal desafio está no planejamento de abordagens eficazes para a criação de um sistema de prestação de serviços em saúde baseado em “saber o que fazer” ao invés de “fazer o que sabemos”.  

Além dissopodemos destacar os 4 tópicos de gestão em saúde para discutir em uma roda de amigos. 

– A gestão do serviço de saúde; 

 A natureza experimental do serviço de saúde; 

– Medicina baseada em evidências; 

– O papel central dos sistemas operacionais. 

São questionamentos importantes para quem quer se aprofundar ainda mais em entregar um serviço de altíssimo nível aos pacientes.  

9. Todo paciente tem uma história para contar, por Lisa Sanders

No livro, a Dra. Lisa Sanders ressalta que, por mais que a tecnologia tenha avançado ao longo do tempo, ainda há doenças que não possuem cura e diagnósticos e exames mal interpretados.  

O livro é um verdadeiro mergulho no processo de solução de casos misteriosos, pistas falsas e muitos desafios. Até parece um romance policial, não é mesmo?  

Fugindo um pouco do clichê das séries de televisão, a autora também aborda questões como: quais os dilemas da medicina diagnóstica na era da tecnologia? Por que ainda há falhas em diagnósticos? 

Esse é um dos melhores livros de Ciência publicado em 2009 que encontramos na Amazon 

Vale a pena demais a leitura! 

10. Marketing estratégico para a área da saúde

O último, mais não menos importante, item da nossa lista de leituras obrigatórias é o livro Marketing estratégico para a área da saúde de Phillip Kotler. 

Em algum momento você já deve ter ouvido falar dele, estou certa? Caso nunca tenha tido contato com nenhuma de suas obras, saiba que Kotler é conhecido como o pai do marketing por muita gente.  

A gente não poderia fechar essa lista sem dar dicas de como divulgar o seu trabalho usando a publicidade médica, né?  

Esse livro é ideal para administradores de clínicas, pois traz, em linguagem muito acessível, conceitos como análise SWOT e outras estratégias de gestão administrativas.  

➔ Dica extra: Qual é a tua obra? Por Mário Sérgio Cortella

Esse livro não foi pensando especificamente para a área da saúde, mas, além do lado técnico, é uma leitura prazerosa para os médicos empreendedores 

Na sinopse, você, leitor, logo se depara com a seguinte frase: “a ideia de trabalho como castigo precisa ser substituída pelo conceito de realizar uma obra”. O autor consegue traçar um paralelo entre empreendedorismo e gestão. 

O livro se divide em três partes: liderança, gestão e ética.  

E, para provocar ainda mais o leitor, Cortellla faz a seguinte reflexão: o que faz você levantar da cama todos os dias?  

Mas, não se engane! Não é um livro de autoajuda. Mais do que médicos empreendedores, gestores, somos todos seres humanos.  

Evoluir é muito importante! 

Perguntas frequentes:

Por que se tornar um médico empreendedor?

Empreender, portanto, pode ser uma saída para quem quer usar o  seu tempo e  dedicação  a algo que gere maior retorno financeiro.  É também uma forma de dar forma à sua visão sobre o melhor modelo de negócio. 

Como empreender na área da medicina?

Além dos estudos e da parte técnica, para ser bem-sucedido em seu empreendimento será necessário ter conhecimentos de gestão, processos administrativos, ter um pouquinho de conhecimento em marketing e gestão de pessoas.  

Como se tornar um médico empreendedor de sucesso?

É importante frisar que a área por si só já é bastante promissora. Ser bem-sucedido, ou não, está relacionado ao seu esforço em relação aos seus objetivos, respeitando a ética e valores humanos. 

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Gestão para clínicas

Prescrição médica: 5 itens que não podem faltar na sua receita!

A prescrição medica é uma atividade que faz parte da rotina do médico em consultório, isso já se sabe. Descubra aqui quais são os itens que não podem faltar na sua receita.  

Já é médico há algum tempo, mas ainda tem dúvidas vez ou outra para emitir uma prescrição médica? Vou te contar um segredo: você não está sozinho!   

Médicos recém-formados, residentes e até profissionais de saúde mais experientes podem ter incertezas na hora de prescrever um medicamento para o paciente.   

Por isso, neste post, você encontra um passo a passo em detalhes  para não passar sufoco na hora de emitir as suas receitas!  

Continue a leitura e não perca mais nenhum detalhe da sua prescrição! 

O que é a prescrição médica?

A prescrição médica é um documento com orientações básicas de uso de medicamentos que você entrega ao paciente em consultório e faz parte da rotina de cuidados de saúde do paciente.

Nesse contexto, após realizar as perguntas e colocá-las na anamnese do paciente e verificar os resultados de exames realizados, inicia-se a busca por medicamentos que possam aliviar o sofrimento do paciente.

Lembre-se de que a assertividade e clareza do documento é o que vai garantir o sucesso no tratamento do paciente. Essa é uma etapa importantíssima para a relação médico-paciente.

Além disso, é responsabilidade do médico informar e orientar o paciente sobre a forma de uso correta da medicação para evitar possíveis complicações e erro de uso.

Por isso, você vai precisar fazer do jeito certo!

Continue a leitura e saiba exatamente o que não pode faltar na sua prescrição médica.

Como fazer uma prescrição médica?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define seis etapas para o processo mais adequado de uma prescrição medicamentosa. São eles:

• Definição do problema;

• Especificação dos objetivos terapêuticos;

• Seleção do tratamento mais eficaz e seguro para um paciente específico;

• Prescrição, incluindo medidas medicamentosas e não medicamentosas;

• Informação sobre a terapêutica para o paciente;

• Monitoramento do tratamento proposto.

Esse é o caminho para a prescrição médica perfeita!

São muitas etapas e, com tanta teoria, é normal sentir a necessidade de uma ajuda no momento de colocar em prática.

Para isso, você pode contar com um software de prescrição eletrônica. Afinal, a digitalização veio para ficar!

O que deve constar na prescrição médica?

É do senso comum que uma receita correta e completa precisa dos seguintes elementos, de acordo com o Ministério da Saúde (MS):

• Cabeçalho: o uso é obrigatório, não importa o formato, seja na prescrição digital ou na folhinha que você deixa na mesa do consultório. Nele, deve conter: nome da clínica ou consultório, preferencialmente com número de telefone;

• Nome e endereço do paciente;

• Documento e número de identificação do paciente;

• Idade do paciente (para crianças e idosos, principalmente);

• Via de administração (oral, sublingual e parenteral);

• Nome do medicamento, dose, forma farmacêutica e quantidade total do medicamento para o período estipulado no esquema posológico;

• Esquema posológico;

• Tempo ou duração do tratamento;

• Instruções, cuidados com o medicamento;

• Data da emissão;

• Assinatura e número da inscrição do profissional.

Quais são os tipos de receita médica?

Receituário Simples:

Aqueles que não necessariamente precisam de uma receita médica para compra, mas indica-se que sejam prescritos por um profissional. Muito utilizado para medicamentos anódinos, conhecidos como analgésicos.

Receituário de Controle Especial:

Usamos o receituário de controle especial para a prescrição de medicamentos de tarja vermelha e preta. São medicamentos que contém substâncias sujeitas a controle especial, como antirretrovirais, antibióticos, imunossupressores e antidepressivos.

Receita Azul ou Receita B:

De acordo com o Manual de Orientações básicas para prescrição médica (2019), esse receituário é padronizado na cor azul. É muito utilizado em prescrições de medicamentos que contenham substâncias psicotrópicas.

Receita Amarela ou Receita A:

Para medicamentos extremamente controlados é utilizado o receituário na cor amarela. Vale lembrar que cada receituário desse tipo só pode conter um medicamento controlado. Na 2ª edição do Manual de Orientações básicas para prescrição médica, esses estão nas listas “A1”, “A2” (entorpecentes) e “A3” (psicotrópicos).

Uso do carimbo é obrigatório?

Um ponto interessante e que vale mencionar aqui é a não obrigatoriedade do uso do carimbo. Essa ferramenta é usada com o objetivo de otimizar o seu tempo de trabalho.

Você pode, inclusive, entregar a receita para o seu paciente sem o carimbo. O elemento indispensável é, na verdade, a assinatura do médico e o registro no CRM.

Mas, se optar por usar o carimbo, é importante conter:

· a data e a assinatura do profissional;

· o endereço do consultório ou da residência;

· o número de inscrição no Conselho profissional.

Para se aprofundar mais no uso correto do carimbo, acesse o Manual de orientações básicas para prescrição médica do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Quais os tipos de medicamentos que você pode prescrever?

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), a Classificação dos Medicamentos quanto aos Aspectos Relacionados à Inovação são:

Medicamentos de referência e inovadores:

São medicamentos registrados como inovação junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI).

Quando um medicamento de referência é produzido, a indústria farmacêutica, responsável pela produção do produto, providencia uma “proteção patentária”. Isso impede, por determinado tempo, que outras empresas “copiem” esse medicamento inovador.

Medicamentos Genéricos:

Esses medicamentos são produzidos quando acaba o período de “proteção patentária”, além de outros direitos de exclusividade. Entretanto, para que a população utilize esse medicamento é necessário, antes, passar por um controle de qualidade.

Ou seja, é preciso comprovar a sua eficácia e qualidade.

Aliás, os medicamentos genéricos funcionam no nosso corpo da mesma forma que os medicamentos de referência. Por isso, na maioria dos casos, o farmacêutico pode sugerir a troca ao paciente.

Medicamentos Similares:

Esses contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, concentração e forma farmacêutica de medicamentos de referência.

A diferença se dá, então, no prazo de validade, que costuma ser bem menor, embalagem e rotulagem, precisando sempre da identificação pelo nome comercial ou marca.

O que são as tarjas presentes nas embalagens os medicamentos?

Antes de mais nada, todos os medicamentos precisam passar pelo controle de qualidade da ANVISA, que é responsável por: certificar e distribuir todos os medicamentos em solo brasileiro.

· Medicamentos de Venda Livre:

São medicamentos que não precisam de receita médica, isto é, conhecidos também como Medicamentos Isentos de Prescrição (MIP), podem ser adquiridos a qualquer momento, por qualquer pessoa.

Todavia, não se esqueça de orientar os seus pacientes sobre o uso descontrolado de medicações, pois, mesmo que sejam vendidos livremente, podem causar efeitos colaterais.

· Medicamentos de Tarja Amarela:

A tarja amarela serve para destacar os fármacos genéricos dos similares e de referência. A identificação vem ainda acompanhada por um “G” e as palavras “medicamento genérico”.

· Medicamentos de Tarja Vermelha:

Segundo a ANVISA, a tarja vermelha assinala que determinados medicamentos só podem ser vendidos a pacientes que apresentem a receita médica no ato da compra.

Esses medicamentos são divididos em duas subcategorias:

– Aqueles com retenção de receita;

– Aqueles sem retenção de receita.

Para os que não precisam da entrega da receita, essa serve apenas para autorizar a compra do produto. Agora, quando, na caixa, está escrito “venda sob prescrição médica”, o paciente precisará deixar uma das vias na farmácia.

· Medicamentos de Tarja Preta:

Os medicamentos que recebem a tarja preta precisam, de certa forma, de maior controle e cuidado, pois são medicamentos que trazem riscos à saúde do paciente.

Esses medicamentos contêm substâncias que afetam o Sistema Nervoso Central e carregam consigo muitos efeitos colaterais, como também reações adversas. Sendo, então, indicados somente àqueles que buscam tratamento para causas mais sérias, como a Depressão.

5 itens que não podem faltar na sua receita!

Legibilidade 

Desde que o mundo é mundo, acreditamos que a letra do médico deve ser difícil de ler, não é mesmo? Quando, na verdade, esse é um dos maiores mitos que circulam na área da saúde.  

Uma pesquisa feita pela Revista Abril responde à pergunta que a maioria das pessoas já deve ter feito: por que os médicos têm a letra tão feia? Esse estudo revela que 10% dos profissionais de saúde escrevem garranchos no lugar de letras. 

Nesse contexto, de acordo com o Código de Ética Médica, é vedado ao médico: 

“Art. 11. Receitar, atestar ou emitir laudos de forma secreta ou ilegível, sem a devida identificação de seu número de registro no Conselho Regional de Medicina da sua jurisdição.”. 

Entregar um documento legível ao paciente é obrigatório por lei (lei Federal Nº 5.991), desde 1973.  

Sendo assim, em pleno 2021, não tem como ainda ter gente acreditando que letra de médico deve ser ilegível e difícil de ler  

Dosagem 

Sim, parece óbvio, só que, ainda assim, um dos erros corriqueiros em prescrições médicas é a ausência da dosagem na receita. 

Imagine que o seu paciente chega na farmácia para comprar um antibiótico sem saber qual a dosagem correta. 

A ausência da dosagem na receita do paciente impede que ele compre o remédio e inicie o tratamento em tempo hábil.  

Viu só o tamanho do problema?  

Isso pode gerar um transtorno imenso para o seu paciente, já que a falta de informações veta a venda de qualquer medicamento.  

Assim, ele não consegue comprar, muito menos iniciar o tratamento no tempo adequado.  

Tempo de duração do tratamento 

A dosagem é importante, entretanto, junto a ela é necessário destacar o tempo de duração do tratamento. 

Pense comigo: o seu paciente não deve, nunca, sair do seu consultório com dúvidas, mas ele nem sempre irá perguntar o que realmente está escrito na receita, para isso existe o farmacêutico. 

Pouco acesso à informação pode prejudicar o tratamento do seu paciente. Sem isso, o paciente pode tomar o medicamento por mais tempo do que o necessário, ou até mesmo não concluir o tratamento da maneira correta. 

Por isso, pensando em driblar esses obstáculos  é necessário detalhar tudo na receita. Senão,  em todas as peças desse quebra-cabeça o seu paciente sairá prejudicado! 

Via de administração 

Antes de prosseguirmos, vale lembrar que existem três tipos de via de administração: oral, sublingual e parenteral. 

Com essa informação em mente,  vamos aos fatos:  a administração de medicamentos por via oral é a mais comum e, por isso, sempre associamos o uso do  fármaco  a essa forma de administração. 

Mas, como  diz o ditado popular: nem sempre o certo é o certo.  Quando cuidamos de vidas, não dá para levar as coisas na base do “achismo”, concorda? 

Desse modo, em caso de dúvidas, você pode consultar a bula do medicamento. Um software médico, como o Feegow Clinic, traz o bulário de cada medicamento cadastrado. 

Sendo assim, você pode consultar a posologia e não errar na hora de prescrever um receituário para seus pacientes. 

Posologia 

A posologia é a forma correta de uso dos medicamentos. Isto é, informa a via de administração (oral, sublingual ou parenteral) e por quanto tempo o paciente fará uso do remédio. 

Veja aqui um exemplo de posologia: Paracetamol 100mg/ml, via oral, tomar 20 gotas de 8 em 8 horas por três dias. 

A posologia pode variar de função de acordo com: 

· O paciente; 

· A doença para a qual foi prescrito o tratamento medicamentoso; 

· O tipo de medicamento que será utilizado.  

A posologia deve, portanto, ser apresentada de forma clara tanto para o paciente quanto para o farmacêutico que fará a dispensação do medicamento. 

Use a tecnologia para emitir suas receitas médicas

Como foi dito anteriormente, todos esses itens que são indispensáveis para uma prescrição médica podem ser automatizados com o uso da tecnologia. 

Um software médico, como o Feegow Clinictorna o atendimento médico em consultório mais ágil e prático com a prescrição eletrônica. 

Você pode continuar seus atendimentos a distância com a prescrição digital, que tem validade jurídica e traz muito mais praticidade para o seu dia a dia 

Assim, garante não só a segurança do seu paciente, como também assegura o tratamento correto, pois todas as informações estão presentes na receita. 

Para saber em detalhes que tipo de tecnologias pode ser aplicado no seu dia a dia, baixe gratuitamente o nosso e-bookdicas para automatizar a sua clínica! 

Perguntas frequentes:

Quais são as principais informações que deve conter em uma prescrição médica?

O nome do profissional e o seu registro junto ao CRM de sua região devem estar logo no cabeçalho da receita.

Como preencher corretamente uma prescrição médica?

O primeiro passo para preencher corretamente uma prescrição é a letra legível. Além disso, as orientações devem ser feitas de forma clara e concisa, para que não haja dúvidas da parte do paciente.   

Qual a importância da posologia numa prescrição?

A posologia é indispensável porque auxilia o paciente a entender como fazer o uso do medicamento corretamente, como horário, via de administração, entre outros.

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Gestão para clínicas

Como implantar práticas de cuidado centrado no paciente em clínicas médicas?

Para colocar em prática essa estratégia de atendimento e obter sucesso, o paciente deve estar no centro de tudo. Veja as principais dúvidas que envolvem o cuidado centrado no paciente.

Resultados clínicos surpreendentes, envolvimento nas decisões sobre serviços de saúde e tratamentos mais eficazes e focado nas necessidades do paciente são algumas das vantagens em proporcionar uma melhor experiência aos seus pacientes. 

Apesar de o termo “patient centricity”, ou cuidado centrado no paciente, estar em alta no momento, muitas dúvidas sobre o que ele realmente significa podem surgir.  

Para alguns ainda falta entender que o paciente também é um cliente. o comportamento de clientes, de forma geral, é ativo. Ou seja, eles gostam de ter voz. Com pacientes, acontece o mesmo, eles querem ter voz e participar ativamente do seu processo de cura.  

Isso quer dizer que médico e paciente precisam trabalhar em conjunto para construir um tratamento que se adeque às necessidades individuais de cada pessoa. 

Por isso, o cuidado centrado no paciente atende muito bem a essas novas exigências de humanização da medicina.  

Para te ajudar a buscar as melhores práticas de cuidado centrado no paciente, aqui vamos te mostrar:  

  • O que é a saúde e o cuidado centrado na pessoa; 
  • Se é possível colocar o paciente no centro do cuidado; 
  • Que tipos de diretrizes você vai precisar seguir.  

Confira! 

O que é o cuidado centrado no paciente?

Ter um cuidado centrado no paciente pode parecer óbvio, já que ele é o fator principal de um tratamento médico.

Mas, nessa modalidade em especial tudo vai além, elaengaja o paciente e sua família durante todo o processo de tratamento, reconhecendo as necessidades individuais da pessoa e as colocando em primeiro lugar. 

Mas, o que isso quer dizer na prática? 

Esse tipo de cuidado individualizado integra e humaniza o atendimento médicoEssa nova abordagem pode ser aplicada em pacientes de todas as idades, dos recém-nascidos até os idosos.   

Não se trata apenas de entender somente a doença em si, mas também a vida emocional do paciente e tudo o que isso engloba.  

Qual a importância do cuidado centrado no paciente?

Como já foi dito nesse texto, muitas pessoas desejam ter um papel ativo no cuidado da própria saúde e qualidade de vida 

Colocar o paciente no centro de sua saúde pode parecer automático, mas sabemos que não funciona bem assim na prática. 

Nas palavras de LaurMosqueda, professora de Medicina da Família na Keck School of Medicine, na Universidade do Sul da Califórnia, 

Por muito tempo, nosso sistema médico se concentra no tratamento de doenças ao invés de focar no cuidado de uma pessoa com doenças.

Essa fala de Mosqueda traz à tona um questionamento que permeia o objetivo do cuidado centrado no paciente: por que não apoiar essas pessoas para que, a longo prazo, possam administrar a sua própria saúde, sem sair de casa? 

Além da relevância de garantir humanização ao tratamento, aderir a essa modalidade também é importante para os custos com saúde.

Quando colocamos as pessoas em primeiro lugar, investindo em comunicação e prevenção, esses custos diminuem.  

Essa realidade já pode ser vista na Europa. People Powered Health Programpor exemplo, prevê uma economia de 5 bilhões de euros/ano com essa nova abordagem. 

Como deve ser o cuidado centrado no paciente?

Health Foundation definiu um referencial composto de quatro princípios que definem o cuidado centrado na pessoa. 

  1. Assegurar que as pessoas sejam tratadas com dignidade, compaixão e respeito; 
  2. Oferecer um cuidado, apoio ou tratamento coordenado;
  3. Oferecer um cuidado, apoio ou tratamento personalizado;
  4. Apoiar as pessoas para  que reconheçam e desenvolvam as suas próprias aptidões e competências, a fim de terem uma vida plena e independente.  

Repare, então, que os quatro princípios do cuidado centrado na pessoa passam a ser: 

quatro princípios do cuidado centrado na pessoa

Longe de ser uma relação em que o profissional de saúde é o especialista e o paciente apenas segue suas ordens, o relacionamento médico-paciente deve ser de parceria. 

Trabalhando juntos, médico e paciente alcançam objetivos em conjunto para entender o que é importante para o indivíduo atingir seus objetivos, com todo o suporte emocional necessário. 

Como colocar o paciente no centro do cuidado?

Antes de mais nada, para adaptar-se à essa nova forma de trabalho, você precisa estar aberto às novas abordagens.  

Veja alguns exemplos de acordo com o Guia Rápido “Simplificando o cuidado centrado na pessoa” — do Instituto Proqualis — para se inspirar e começar a focar as suas estratégias em saúde no seu paciente! 

Respeito pelos valores e preferências do paciente

Entender que o paciente é um ser único é um grande passo a ser dado. Pensando por essa óptica, as preferências do paciente, então, são escolhas que a pessoa faz ao se deparar com decisões relacionadas a sua saúde e tratamento, com base em suas vivências, crenças e valores. 

Por isso, vale lembrar que: 

– O respeito à autonomia do paciente deve ser reconhecido; 

– A veracidade e direito à informação é um princípio da ética médica; 

– A participação na tomada de decisão é um direito do paciente e sua família. 

Planejamento do cuidado

Como você pode perceber, esse é um dos pilares que oferecem apoio ao paciente. Você vai precisar planejar, e muito, mas sempre colaborando com o seu paciente 

Esse processo envolve: